Sanhaço-cinzento

Sanhaçu-cinzento
O sanhaçu-cinzento é uma ave passeriforme da família Thraupidae. Também conhecido como sanhaçu-do-mamoeiro, sanhaçu, sanhaçu-comum, sanhaçu-da-amoreira, e no Nordeste como pipira-azul e sanhaçu-azul (Natal/RN). É uma das aves mais comuns do país, conhecida por realizar acrobacias em meio a disputa por frutas com outros pássaros.

Nome Científico

Seu nome científico significa: do (tupy) tangará, ata = andar; e carã = em volta; e do (tupy) saí-açu, = nome indígena tupy para um pássaro muito ativo ou para identificar várias espécies do gênero Tangará; Sayacu de Marcgrave (1648),(Thraupis). ? Pássaro dançarino Sayacu.

Características

Com tamanho aproximado de 18 centímetros e 42 gramas de peso (macho), tem o corpo cinzento, ligeiramente azulado, com as partes inferiores um pouco mais claras. A cauda e as pontas das asas são azuis-esverdeadas, porém pouco contrastantes. Os imaturos são esverdeados. Pode ser confundido com o sanhaçu-de-encontro-azul, porém o último é muito mais azulado, especialmente no encontro da asa e também possui o bico maior. É sem dúvida o sanhaçu mais comum em nosso país. Tem um canto longo, entrecortado pelo som de notas altas e baixas.

ESPÉCIE SEM DIMORFISMO SEXUAL

Subespécies
Possui três subespécies:

Tangara sayaca sayaca (Linnaeus, 1766) – ocorre do Paraguai até o nordeste Brasil, sudoeste do Peru, Uruguai e nordeste da Argentina;
Tangara sayaca boliviana (Bond & Meyer de Schauensee, 1941) – ocorre no norte da Bolívia (Rio Beni até Río Mapiri);
Tangara sayaca obscura (Naumburg, 1924) – ocorre na região centro sul da Bolívia até o este da Argentina .
(Clements checklist, 2014)

Indivíduos com plumagem leucística

O que é leucismo?

O leucismo (do grego ??????, leucos, branco) é a falta de pigmentação em parte do corpo de algum animal, podendo ter fundo genético (hereditário ou não), metabólico ou até de alimentação. O resultado normalmente são regiões corpóreas de coloração branca, em maior ou menor extensão, onde naturalmente deveria ocorrer alguma pigmentação. Indivíduos irregularmente manchados de branco são também comumente chamados de “arlequim”. Ao contrário do albinismo, que é a ausência completa de melanina, o leucismo pode envolver outros tipos de pigmento.

Mesmo indivíduos leucísticos completamente brancos podem ser diferenciados de indivíduos albinos: a cor do olho no primeiro é normal, enquanto no albino os olhos são vermelhos.

Alimentação

Frutos, folhas, brotos, flores de eucaliptos e insetos, entre estes os alados de cupim (“aleluias” ou “siriris”) capturados em voo. Vive normalmente na copa das árvores em busca dos frutos maduros, mas é intrépido o suficiente para apanhar também os caídos, preferindo até os que já estejam infestados de larvas e desfrutando-os com outras aves, como a saíra-amarela e o sabiá-da-praia. Aprecia muito os frutos do tapiá ou tanheiro (Alchornea glandulosa). Costuma frequentar comedouros com frutas.

Reprodução

O ninho, construído pelo casal, é compacto, feito de pequenas raízes, musgos e pecíolos foliares, com um diâmetro externo de cerca de 11 centímetros. Fica escondido na vegetação densa, numa forquilha de árvore, em alturas variáveis. A fêmea põe de 2 a 3 ovos de cor branca, pintados de marrom, semelhantes ao dos sabiás, só que menores, e é responsável pela incubação, que dura de 12 a 14 dias. O casal alimenta os filhotes, que deixam o ninho após 20 dias de idade.

Hábitos

Quando um macho apronta-se para agredir outro, seu canto torna-se rouco e monótono. Anda quase sempre em casais ou pequenos bandos. Também é visto junto com outra espécie de sua família, como o sanhaçu-do-coqueiro, cujo canto é bem parecido.

Predadores: Teiú

Distribuição Geográfica

Ocorre nas regiões tropicais e subtropicais ao sul da Amazônia e a leste dos Andes.

Fonte Wikiaves

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Sanhaço Frade

STEPHANOPHORUS DIADEMATUS
Origem: Brasil

Características :

Macho e fêmea são parecidos; ambos cantam. Tamanho e ou envergadura: 19 cm de comprimento. Cores tipos ou Variedades: plumagem Azul, máscara facial negra, branca no cume da cabeça, topete vermelho. Fêmea mais pálida, filhotes jovens cor de fuligem.

Ouça o Canto:

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Canto: Canto melodioso, variado, lembrando o canto do Azulão. A fêmea também canta, com menos intensidade.

Comportamento

É pacífico com outras aves, até mesmo com os de sua espécie. No período reprodutivo, torna-se territorialista, não permitindo a entrada de outros de sua espécie em seu território. Quando isso acontece, brigam em pleno vôo; ao mesmo tempo cantam. É um canto de guerra, diferente do normal, sendo mais metalizado.
Confinamento

De fácil adaptação, são bastante resistentes; vive tranqüilamente, com os cuidados adequados, em gaiolas com 60 cm de comprimento x 40 cm de altura x 40 cm de largura, ou, em viveiros.

Reprodução

Acasalamento: Primavera e Verão.

Identificação: As fêmeas possuem plumagem de um Azul pálido.

Gaiolas & Ninhos: gaiolas com 80 cm de comprimento x 40 cm de altura x 40 cm de largura, ou, em viveiros arborizados. O ninho é tipo taça, feito em arame com fibra de sisal, de côco ou raiz de capim, tendo 12 cm de diâmetro e 6 cm de profundidade.

Acasalamento: atinge a maturidade sexual aos 12 meses; o acasalamento é feito na primavera e verão.

Postura & Nascimento: de 2 a 3 posturas por temporada; de 3 a 4 ovos por postura. Incubação de 13, podendo os filhotes serem separados da mãe aos 35 dias de idade.

Alimentação: até 30 larvas de Tenebrio molitor por dia para fêmea com filhotes.

Filhotes: os filhotes jovens possuem plumagem cor de fuligem.

Outras informações relevantes:

Água: Filtrada, renovada diariamente, em bebedouro limpo.

Areia: Limpa, esterilizada, podendo ser fornecida junto com um complexo mineral.

Alimento vivo: Oferecer 5 larvas de Tenebrio molitor para cada pássaro 3 vezes por semana.

Ração extrusada para Sanhaços, Papa de Frutas e Farinhada com insetos são facilmente encontradas nas Agro-pets.

Banhos: Em dias quentes, devemos proporcionar banhos de Água e de Sol pela manhã, pois, são fundamentais para a beleza dos pássaros, além de melhorarem a qualidade e o brilho das penas.

Historia

Vive aos casais, na matas densas e grotões das serras; sendo encontrado no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais. Também é conhecido comoAzulão-da-serra, Cabeça-de-velha, Frade.

 

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Conheça o pássaro que imita ate o som de uma moto-serra

Conhecido como Lyrebird ou “o Soberbo”  encontrado na Australia tem chamado a  atenção de especialistas do mundo inteiro, pois é impressionante os sons que esse pássaro consegue emitir.

Ele nao so imita sons de outros passaros e animais mas tambem sons de coisas como por exemplo o barulho de moto-serras, câmeras fotográficas e alarmes de carro! Voce se surpreendera com os vídeos abaixo:

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Fonte: Wired.com

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Saíra apunhalada

 

 

 

A saíra apunhalada (Nemosia rourei) é uma ave em perigo crítico de extinção, com último registo na Fazenda Pindobas IV, em Conceição do Castelo Espírito Santo, onde poucos espécimes têm sido vistos desde 1998. Até esse último registo, a saíra apunhalada só era conhecida pelo animal usado para sua classificação taxonómica no século XIX, colectado em Muriaé, Minas Gerais (existem dúvidas com relação ao local, talvez tenha sido em Macaé, Rio de Janeiro), e pelo registo visual de oito aves em 1941 no Espírito Santo.
Há relatos de prováveis registos visuais, em 1992, na Reserva Biológica Augusto Ruschi (Santa Teresa, Espírito Santo), e na Fazenda Pedra Bonita, em Minas Gerais. Porém, expedições posteriores na Fazenda Pedra Bonita não tiveram sucesso no registo da espécie.
Vivem em florestas húmidas no alto de montanhas, em altitudes entre 900 e 1100 metros e alimentam-se de artrópodes.

A Saíra-apunhalada (Nemosia rourei) ficou desaparecida por mais de 50 anos dos registros oficiais e foi redescoberta em 1998, em uma IBA localizada nos remanescentes da Mata Atlântica, no Espírito Santo. A Save Brasil trabalha, junto com o governo estadual, para criar o corredor ecológico “Saía-apunhalada” e, ainda, transformar a ave em símbolo da região.

 http://pt.wikipedia.org/wiki/Sa%C3%ADra-apunhalada
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SANHAÇO

sanhaco(Thraupis sayaca)

Características – mede 18 cm de comprimento e pesa 43 g (macho). Possui corpo cheio e compacto, bico grosso, forte, ponta fina, pernas curtas e fortes com dedos portando unhas aguçadas, asas e cauda longas. A coloração geral da plumagem é azul-ardósia dorsalmente e azul-acinzentada na parte inferior, sendo mais clara na garganta. No encontro das asas, a coloração azul é mais forte. A coloração da fêmea é um pouco mais clara.

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SAÍRA VERDE

saira verde(Características – mede 13,5 cm de comprimento. Bico e base do bico pretos. Garganta amarela-escura com pequena mancha central-superior negra. Fronte e área ao redor dos olhos azul-turquesa. Dorso, asas e cauda verdes com listras pretas e pequena mancha amarelo-escuro no encontro das asas. Parte inferior verde com listra central amarela.
Habitat – pontos elevados da Serra do Mar, da Mantiqueira, do Caparaó, de Ibitipoca e do Caraça, nas capoeiras e nas matas em regiões montanhosas.
Ocorrência – região Sudeste, do Espírito Santo ao Paraná e Minas Gerais.
Hábitos – vive em grupos de 8 a 10 indivíduos. Foi observado nessas aves o ato de “formigar-se”, que consiste em agarrar formigas vivas com o bico e introduzi-las entre as penas, evidentemente para gozar o efeito cáustico do ácido fórmico.
Alimentação – frugívoro
Reprodução – primavera-verão
Ameaças – destruição do habitat e caça para o tráfico de animais silvestres.

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SAÍRA-SETE-CORES

saira 7 coresTangara seledon)

Características – mede 13,5 cm de comprimento e pesa 18g. Possui pelagem muito colorida. Cabeça e peito azuis-piscina, faixa preta na parte frontal da garganta, nuca amarelo-alaranjado barriga e cauda esverdeados, cauda com faixas negras. Dorso negro com asas intercalando as cores verde, azul e preta. Base do bico preta.

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