Papa-moscas

 

O papa-moscas Real pertence à família Tyrannidae de aves (o flycatchers Tirano).

Eles são cerca de 6 1/2 polegadas de comprimento.

O papa-moscas Royal, como flycatchers muitos, gosta de dardo para fora a partir de ramos para pegar insetos voadores ou arrancá-las das folhas.

Seus ninhos são bastante incomuns. Eles constroem um ninho muito tempo (às vezes até 6 pés) em uma filial perto da água. O ninho paira sobre a água. É difícil para os predadores para alcançar.

Os machos e as fêmeas têm cristas muito elaboradas que mostrar com a boca aberta como na foto acima. Crista do macho é vermelho ea crista da fêmea é amarelo.

Flycatchers Muitos são monótono, com pouca cor. O papa-moscas Royal é um dos poucos que tem cores que se destacam (sua crista).

Enquanto a maioria dos flycatchers comem insetos, nem todos apanhar moscas.

O papa-moscas Royal é importante na cadeia alimentar floresta porque ajuda a controlar a população de insetos.

Habitat:
México, Bolívia e partes do Brasil. Borda Rainforest, de água. Floresta Amazônica.

Dieta:
Principalmente insetos.

Inimigos:
Cobras e aves de rapina maiores. A destruição do habitat.

Referências : Harrison, G. & Greensmith, A. (1993) . pássaros do mundo Dorling Kindersley Inc., New York.

 

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Passaro Preto


Um Chopim, Japu, Xexéu, Pássaro-preto ou Vira-bosta (Molothrus bonariensis) é todo preto, o macho distinguindo-se por ter um reflexo metálico azulado. É migratório, desaparecendo na época de inverno e reaparecendo no verão.

É uma ave parasita, ou seja, tem o hábito de não fazer seu próprio ninho, preferindo por seus ovos no ninho de outras aves, para que estas criem seus filhotes. Por isto costuma-se às vezes usar seu nome como um adjetivo. Dá-se o nome de chopim a uma pessoa folgada, que deixa de fazer suas obrigações para que outros o façam. Sempre é visto aos bandos, que pousam sobre os gramados e ali vão andando procurando sementes e insetos.

Chopim (Molothrus bonariensis)
Classe: Aves
Ordem: Passeriformes
Família: Icteridae
Nome científico: Molothrus bonariensis
Nome vulgar: Chopim
Categoria: não-consta
Das 5 espécies do gênero, apenas Molothrus badius não é parasita de ninhos. M. bonariensis e M. ater parasitam, respectivamente, cerca de 176 e 216 espécies de aves, pertencentes a várias famílias; suas distribuições geográficas estão em plena expansão. As outras duas, M. rufoaxillaris e M. aeneus parasitam principalmente espécies da mesma família, Icteridade. O parasitismo consiste na postura de ovos no ninho do hospedeiro, cuja fêmea encarrega-se de incubar os ovos e criar os filhotes “adotivos”.
Alimentação: insetos e sementes.
Nidificação: esta espécie não constrói ninho e a fêmea põe 4 ou 5 ovos por postura, sendo 1 no ninho de cada hospedeiro. Porém, em ninhos de Mimus saturninus e Furnarius rufus, já foram encontrados 35 e 14 ovos de chopim, respectivamente. Os ovos são de colorido uniforme e com a casca sem brilho, branco-esverdeados, vermelho-claros ou verdes, ou ainda com manchas e pintas, conforme a região geográfica. O tico-tico (Zonotrichia capensis) é muito parasitado e a adaptação vantajosa para o chopim é a postura de seu ovo antes, ou no mesmo dia, daquela do primeiro ovo do hospedeiro. Como o período de incubação do chopim é de 11 ou 12 dias, um a menos do que o do tico-tico, seu filhote, que é bem maior, nasce antes. Desta forma, o filhote do chopim pode eliminar do ninho seus companheiros tico-ticos ou receber mais alimento, tendo maior probabilidade de sobrevivência. Quando abandona o ninho o filhote chopim é alimentado pelos pais adotivos por 15 dias, solicitando alimento no bico através de um chamado característico, abaixando o corpo e tremulando as asas.
Hábitat: paisagens abertas como campos, pastos, parques e jardins.
Tamanho: 20,0 cm

Texto de Luiz Fernando Figueiredo, retirado do endereço www.ib.usp.br/ceo/avparq/molbon.htm

Fonte: USP

Um dos pássaros brasileiros mais populares. Manso, inteligente e bastante esperto, conquista logo a simpatia. É encontrado do norte ao sudeste do país, geralmente próximo às plantações de cereais.

Na natureza já demonstra sua índole pacífica, sendo menos arredio que os demais pássaros com as pessoas que lhe oferecem alimentos e com as que ele esteja acostumado a ver nos arredores.

APRENDE FÁCIL

Em cativeiro, fica manso se pego desde filhote. Pessoas desconhecidas provavelmente levarão uma boa bicada ao colocar o dedo na gaiola, mas se for o dono, ele permite afagos, demonstrando prazer ao arrepiar as penas do corpo. Torna-se muito sociável com os membros da família ou pessoas que costuma ver com freqüência, aceitando carinhos de todos. Geralmente, no entanto, demonstra preferência por uma pessoa (geralmente quem o alimenta). Daí, faz mil coisas: atende pelo nome respondendo com seu canto, se empoleira nos dedos e nos ombros e aprende uma porção de outras.

Adora um cafuné. Quando coçamos sua cabeça e a região do pescoço, fica todo arrepiado de satisfação. Soares comenta que um bom cafuné lhe dá sono, às vezes profundo. “Um de meus Pássaros-pretos, o Negro, quando eu coçava sua cabeça, deixava-a cair juntamente com todo o pescoço. Depois, eu o colocava de pernas para cima sobre a mesa e ele nem acordava de tão profundo que era seu sono”.

Quando alguém se aproxima fica agitado, parece querer chamar a atenção. Canta bastante, mesmo que seja um estranho. Começa a correr de um lado para o outro na gaiola e fica todo arrepiado. Seu canto, nestes momentos, acaba sendo um tipo de alarme, sinalizando que alguém está passando pelo local. Segundo Soares, o Pássaro-preto amansado pode ser criado solto em casa, sem maiores problemas, pois “ele não costuma fugir”. O primo de Soares, Sérgio Augusto, criou um exemplar solto em casa. “Ele se chamava Negrão. Quando chegava visitas que não conhecia, tratava logo de voar até o chão, se aproximava dando uns passinhos (o criador diz que ele anda e não pula como fazem muitos pássaros) e começava a bicar o sapato dos convidados, fazendo a maior gritaria. Era a atração da casa!”.

OS TRUQUES

Eles são inteligentes e aprendem rapidamente as coisas. Um dos Pássaros-pretos de Soares, por exemplo, atendia o seu chamado com um estalar de dedos. Ele também pode ser ensinado a pegar e a abrir coisas leves e até a desmanchar laços. Pega palitos de fósforos da caixinha, puxa cigarros do maço, abre a tampa do açucareiro e o que mais você consiga imaginar do gênero.

Sensível, se assusta com facilidade. Se ficar medroso, poderá assim permanecer pelo resto da vida. Portanto, fique atento para a reação dele à sua aproximação. Evite criar situações que possam intimidá-lo em excesso. Cuidado com cores muito fortes, como o vermelho; com o guarda-chuva e até com os óculos quando for pegá-lo. Não dê pancadas na gaiola ou tapinhas no passarinho. Se ele ficar com medo de você, será um pássaro arredio, que dará bicadas e começará a se debater na gaiola toda vez que você tentar tocá-lo.

CUIDADOS GERAIS

ALIMENTAÇÃO: Ração específica para a espécie (encontrada em lojas especializadas) ou do tipo dado a galinhas poedeiras. Acrescente diariamente: alpiste (1 xícara de chá para cada quilo de ração), frutas (banana, maça e mamão) e, a cada três dias, legumes (chuchu, tomate e jiló) e verduras (chicória e almeirão).
SAÚDE: Resistente a doenças. Não se ressente com frio ou calor, mas não se dá bem com correntes de ar. Se demonstrar canibalismo arrancando as penas, pode ser causado por alimentação inadequada ou falta de parceiro para procriar. No caso de falta de parceiro, coloque fios de estopa – passados em salmoura (1colher de sal para um copo de água) para desinfetar – pendurados na gaiola, assim ele passa a puxar os fios e deixa de arrancar as penas.
REPRODUÇÃO: Casais em cativeiro desde filhotes têm procriado com certa facilidade. O viveiro deve ter algumas árvores e ficar em local sossegado, onde não haja circulação de pessoas. A fêmea põe de 2 a 4 ovos por ano, sempre no final da primavera. No cativeiro a época varia em função da mudança de metabolismo da ave. Por ser nativo no Brasil, sua apanha em território nacional é proibida. Pela legislação deve ser obtido em criadouros autorizados pelo IBAMA.

Texto: Carmen Olivieri. Copydesk: Marcos Pennacchi.

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Pintassilgo

Pintassilgo foto Luis

O Pintassilgo pertence a um grupo de pássaros que está entre os mais conhecidos e desejados de todo o mundo. Ele se destaca pela melodia do canto, pela suavidade do temperamento e pela adaptabilidade à vida doméstica. Seu canto lembra muito o do Pintassilgo brasileiro; com gorjeios alegres e sonoros; cheio de vivacidade, ele está sempre saltitando na gaiola, enchendo de vida o ambiente onde for colocado e ao qual se adapta com facilidade e sem maiores exigências.

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O Carduelis cucullata ficou conhecido pelo nome de Pintassilgo da Venezuela porque era abundante neste país, na região ao norte da Cordillera, e também porque porque a Venezuela foi o país que mais exportou estes Pintassilgos. Na natureza, é encontrado também no nordeste da Colômbia e em Trinidad, sendo que nesta ilha o registro de sua existência é bastante escasso. Ele habita regiões tropicais, de vegetação bem aberta, cobertas de capim e moitas de arbustos; na Venezuela, em regiões relativamente áridas, com altitude variável entre 300 e 400 metros.

Este pássaro tem cerca de dez centímetros de comprimento. O macho tem a cabeça, a garganta e a cauda pretas e asas também pretas com mancha vermelha. O restante do corpo é vermelho, exceto o centro do abdômen, que é branco. A fêmea tem cor geral marrom tingido de vermelho; lados da cabeça e garganta acinzentados; cinza-escuro na cauda e nas asas, estas com barras cor de laranja; lados do peito também cor de laranja e partes inferiores esbranquiçadas.

Um aspecto que o destaca, na Canaricultura, de outros Pintassilgos seus parentes é o fato de ele ser o introdutor do fator vermelho nas cores do Canário doméstico. Assim, ele também tem sido muito valorizado por criadores de canários que se utilizam do macho, fazendo acasalamentos com canárias para obter linhagens de canários “vermelhos”, que já há alguns anos dominam o mercado específico da Canaricultura (o Canário vermelho tem um fator genético para esta cor; mas ele só a mantém com uma alimentação à base de caroneto).

Pintassilgo foto Luis

Também por este fato ele é um pássaro raro na natureza, devido à perseguição que lhe foi movida no passado. Entretanto, hoje existem leis severas de proteção, em particular na Venezuela, visando a assegurar a sobrevivência da espécie em liberdade. Além disso, em face da sua progressiva raridade, os criadores começaram a se interessar pela sua reprodução em cativeiro, já não só em cruzamentos com canárias, mas também com fêmeas de sua própria espécie. Assim, se ele vier a se extinguir na natureza, apesar das precauções tomadas, pelo menos continuará enfeitando as gaiolas dos criadores com sua cor rica e seu canto melodioso.

Pintassilgo foto Luis

Fotos:  Luis A Florit

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Papa Formigas Barrado

Família: Thamnophilidae  Espécie: Cymbilaimus lineatus

Comprimento: 18 cm. Presente na Amazônia brasileira, ao sul até o Mato Grosso e a leste até o baixo Rio Tocantins. Encontrado também em Honduras, Panamá, Guianas, Venezuela, Colômbia, Equador, Peru e Bolívia. Habita capoeiras, bordas e clareiras com cipós nas florestas, beiradas de igarapés ou locais onde houve queda de árvores. Varia de incomum a comum em diferentes áreas. É visto normalmente aos pares, alimentando-se de insetos grandes na vegetação densa (especialmente emaranhados de cipós).

Às vezes acompanha bandos mistos de sub-bosque, porém raramente segue formigas-de-correição. Os ninhos são em formato de xícara, feitos de material vegetal trançado. Põe 2 ovos branco-amarelados, pontilhados de marrom escuro e lilás. O macho tem coloração preta estriada de branco, apresentando ainda boné preto; a fêmea é marrom, com a parte superior do corpo estriada de bege e boné castanho. Conhecido também como choca-zebrada e papa-formigas-de-cabeça-preta.

 

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