Cabras podem causar extinção da ararinha-azul, diz coordenador de projeto

 

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“O fator mais importante foi o tráfico de animais”, diz Ugo Vercillo, do Projeto Ararinha na Natureza. “A ararinha é pequena, bonita e domesticável. Isso a torna atraente à venda ilegal [proibida por lei]”.

Além disso, as ações humanas causaram alterações no ecossistema (ambiente) do animal. Vercillo cita a barragem do rio São Francisco, que foi interrompido para a construção de uma usina hidrelétrica em Sobradinho, na Bahia. Segundo ele, apesar de não haver comprovação científica, isso pode ter causado alterações significativas no ecossistema da ave.

“As ararinhas faziam ninhos e se protegiam na árvore Caraibeira. Com essa mudança, a quantidade de Caraibeiras diminuiu”, explica.

Outo inimigo da ararinha, de acordo com Vercillo, e a cabra, que também leva culpa por alterar a caatinga.

Muitas famílias que moram na região deixam as cabras soltas. “Elas comem tudo. Se bobear, comem até roupa”!

O projeto, portanto, tem outros desafios, alem da reprodução de aves. É preciso criar uma reserva ambiental na Caatinga — e descobrir um jeito de não deixar as cabras soltas por lá.

 

 

http://www1.folha.uol.com.br

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Batalhão de Polícia Ambiental resgata aves de cativeiros na “Operação Pássaros Livres”

O Batalhão de Polícia Ambiental (BPA) iniciou a “Operação Pássaros Livres” no fim de semana do dia 27 de julho, nas feiras livres localizadas em Maceió, capital alagoana, e outros municípios do estado.

No sábado (27), a operação resgatou 58 pássaros silvestres que se encontravam em cativeiro, nos bairros do Poço, Levada e Village Campestre II. Os transgressores fugiram ao avistar a presença da PM, mas as aves foram resgatadas e encaminhadas para o Centro de Tratamento de Animais Silvestres – CETAS, do IBAMA.

No domingo (28), a operação resgatou mais de 30 pássaros em municípios próximos a Maceió. Os pássaros também foram encaminhados para o CETAS.

O BPA pede para que a população continue denunciando a prática de crimes ambientas através do telefone 3315-4325, ou pelo disque-denúncia, 181.

Por Giovanna Santurbano

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Do requeijao aos passaros

Seu Moacyr Dias é responsável por uma das coisas indispensáveis no café da manhã brasileiro: o requeijão. Foi ele que inventou a fórmula do tradicional requeijão Poços de Caldas. Quem é um pouquinho mais velho pode se lembrar daquele requeijão cremoso e com a viscosidade perfeita, que se agarrava na faca num estica e puxa quase impossível de se desvencilhar. Na época, seu Moacyr procurava uma fórmula bem brasileira que nos suprisse com algo que não fosse o internacional catupiry, e acabou por encontrar nosso querido requeijão, que é, na humilde opinião desse que escreve, um produto ainda mais delicioso.

Bom, e o que isso tem a ver com pássaros? É que Moacyr, não satisfeito com este feito, depois de se aposentar e vender sua parte de laticínios para a Danone, resolveu abrir um criadouro de aves, que era uma antiga paixão sua. E como não podia ser diferente, esse homem criativo e empreendedor, acabou se tornando um dos maiores, ou talvez o maior, criador de aves legalizadas do Brasil.

O seu criadouro, em Poços de Caldas, é de uma rara beleza. Há mais de 3.000 tipos, muitas delas estrangeiras e exóticas para nós. Não é um zoológico, mas vale a visita. Quem já esteve lá sabe o que é ouvir o canto de tantas aves (recomendo até gravar alguns, com esses gravadores de celular mesmo). Tirar fotos também vale. E, acima de tudo, passar uma ótima tarde em família.

http://www.criadouropocosdecaldas.com

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As andorinhas de Tapiraí

A Serra, hoje conhecida também como das Antas, abriga uma espécie de ave muito famosa no país: a andorinha. É claro que andorinha não é lá um pássaro difícil de ser visto. O seu peito branco e papo laranja, logo abaixo das penas negras, sobrevoam muitos céus do Brasil, até mesmo o de grandes cidades. Mas foi esse território, hoje erroneamente conhecido como “das antas” que as andorinhas, muitas delas, fizeram verão.

Para chegar lá é preciso pegar a estrada que liga a cidade paulista de Piedade ao Vale do Ribeira, que é um daqueles achados para quem gosta de entrar num carro e se aventurar sem precisar de uma 4×4.

Ao chegar perto da serra, próximo à Tapiraí, o motorista sente o ar fresco da Mata Atlântica invadindo as janelas. A estrada de duas pistas (a famosas “uma que vai, uma que vem”) é tortuosa, sem acostamento, sempre margeada e coberta por uma densa mata verde.

O nome Tapiraí, em tupi, quando bem traduzido, quer dizer “rio das andorinhas”. Tapira é o nome indígena para andorinha. Por um erro etimológico, o lugar ficou conhecido como “rio das antas” que, em tupi, seria Taipiri, e não Tapiraí.

Fato é que as andorinhas, que não falam nem tupi nem português, não se importaram com o fato, e ainda continuam a serem vistas aos montes na região. Quem quiser parar na Cachoeira da Fumaça, no restaurante Cabeça de Anta, ou até mesmo em um inusitado boteco de empanada chilenas chamado El Caminito, poderá encontrar esses simpáticos pássaros a colorir de preto, branco e laranja todo o trajeto.

Por Thiago Majolo

 

 

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Australiano alega ter encontrado pássaro extinto

John Young, um naturalista australiano que se descreve como detetive da vida selvagem, alega ter capturado imagens de um pássaro extinto, que não era visto há mais de um século. Na semana passada, o naturalista mostrou as gravações e  diversas imagens a um grupo de especialistas, que se animaram com o anúncio. A ave, da espécie Pezoporus occidentalis, nunca foi fotografada e os únicos indícios de sua existência foram dois pássaros encontrados em 1990 e 2006.

Especialistas da ornitologia se mostraram fervorosos com o registro de Young. O ecologista Steve Murphy afirmou à ABC News que a descoberta é uma certeza, já que o naturalista tem fotografias e vídeos, além de penas.

A espécie, considerada extinta, foi dizimada durante o século 19 por gatos e raposas invasores, fazendo com que a espécie despencasse e deixasse os registros científicos até 1990, quando um pássaro da espécie foi encontrado morto em Queensland, na Austrália. Muitos cientistas e naturalistas se aventuraram no país para tentar confirmar a existência da ave, que hoje é considerada um mistério do mundo.

Ilustração da especie

por Giovanna Santurbano
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Pássaros revelam à ciência mistérios do aprendizado da fala

Cientistas acreditam que aves e humanos compartilhem processos de assimilação

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Meses após começarem a assimilar a linguagem, bebês começam a falar. Inicialmente eles balbuciam a mesma sílaba (“dá-dá”) ou sílabas em sequência (“dá-do-do-dá”). O que eles estão tentando fazer? E por que demoram tanto para começar a falar?

Compreensões desses mistérios estão vindo de uma fonte surpreendente: pássaros canoros.

Pesquisadores da linguagem infantil e peritos em canto de pássaros uniram-se em um estudo que sugere que aprender as transições entre as sílabas – do “dá” para o “do” e do “do” para o “dá” – são o obstáculo crucial entre balbuciar e falar.

– Descobrimos que o balbuciar não se resume a aprender sons, mas também as transições entre os sons – afirmou a principal autora, Dina Lipkind, pesquisadora de Psicologia do Hunter College, em Nova York.

Os resultados oferecem um insight em relação à aquisição da linguagem e podem ajudar a esclarecer alguns distúrbios da fala humana. O curioso é que, inicialmente, os cientistas responsáveis pelos achados não estavam estudando crianças, mas pássaros.

– Nunca pensei que iríamos aprender algo sobre a fala humana – afirmou Ofer Tchernichovski, pesquisador de canto de pássaros da instituição nova-iorquina.

Ele e Dina estavam ensinando jovens pássaros, vivendo em caixas à prova de som, a trocar a ordem das sílabas de suas canções. O canto dos pássaros é composto por sílabas sonoras distintas semelhantes à fala humana. Os pesquisadores reproduziram a canção de um pássaro adulto macho para ensinar aos pássaros jovens uma música, depois ensinaram outra composição com as mesmas sílabas numa ordem diferente.

Os pássaros somente aprendiam a música nova depois de um grande esforço – treinando milhares de vezes por dia durante semanas. A dificuldade sugeria que o bloqueio estava no aprendizado das transições.

Tchernichovski e Gary Marcus, que estudam o aprendizado da linguagem infantil na Universidade de Nova York, discutiram os resultados. Será que a dificuldade em dominar as transições nos pássaros canoros também é válida para crianças humanas?

Ao analisar um conjunto de gravações de balbucios, eles descobriram que quando um neném introduz uma nova sílaba ao repertório, primeiro tenta repeti-la (“bê-bê-bê–). Depois, a exemplo dos pássaros, começa a acrescentá-la ao início ou ao fim de sequências de sílabas (“bê-bá-bá– ou “bá-bá-bê–), terminando por intercalá-la entre outras sílabas (“bá-bê-bá–).

As constatações poderiam ajudar a explicar por que as crianças continuam a balbuciar mesmo após começar a compreender a fala, tornando a lacuna entre compreensão e fala um pouco menos misteriosa.

– O resultado muda nossa perspectiva sobre o que as crianças estão fazendo ao balbuciar – disse Marcus.

O estudo deve reanimar um debate delicado: será mesmo possível aprender sobre a fala a partir do canto dos pássaros?

Em termos evolutivos, pássaros e humanos são distantes, e os pássaros empregam o canto de um jeito diferente do que utilizamos na fala. Porém, nos últimos anos, cientistas constataram vários paralelos surpreendentes.

Sarah Woolley, pesquisadora de pássaros canoros da Universidade Columbia que não fez parte da equipe de estudo, concordou que os vínculos são intrigantes.

– Ninguém está afirmando que o canto dos pássaros é um tipo de fala, mas existem vários paralelos. Temos essa oportunidade de criar modelos sobre aprendizado vocal, testando como as regras funcionam com pássaros e fazendo predições de como os humanos aprendem.

Há quem questione se os pássaros canoros podem realmente nos dizer alguma coisa importante sobre a fala humana.

– A grande diferença entre o canto dos pássaros e a fala é que esta acaba por ter significado – ressalva Marilyn Vihman, linguista da Universidade de York, Inglaterra, ecoando os sentimentos de outros especialistas.

Mesmo assim, os pesquisadores do canto de pássaros têm esperanças de que sua intuição, no fim das contas, esteja certa.

Cantando juntos: há paralelos entre a vocalização dos pássaros e a fala nos humanos

COMPORTAMENTO

Pássaros e humanos enfileiram “sílabas” em frases, “balbuciam” durante um período crítico do aprendizado e são “alunos vocais” – enquanto os pássaros aprendem a cantar com um pássaro tutor, as crianças aprendem a falar com os pais.

NEUROLOGIA

Pássaros e humanos parecem dividir estruturas cerebrais cruciais para a canção e a fala.

GENÉTICA

Pássaros e humanos compartilham elementos como o gene FOXP2, que causou grande impacto uma década atrás quando foi identificado como o responsável por um distúrbio da fala misterioso de uma família humana.

http://zerohora.clicrbs.com.br

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Você já resgatou um pássaro que caiu do ninho?

 Se sim, sabe o quanto é gratificante ver ele crescer saudável, aprender a voar para mais tarde voltar a viver livre pelo céu. 

Acompanhe a história em video deste rapaz de apelido Kandwarf que resgatou um  bebê beija-flor, alimento-o com  água com açúcar e moscas e quando ficou maior, ensinou-o a voar.  O lindo pássaro se readaptou bem e sempre volta para o quintal da casa do garoto.

“Foi uma experiência bastante agitada e difícil, mas muito gratificante”, finaliza ele.

Confira:

 

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Artista dá vida a casas de pássaros na Dinamarca

casinha de passaros

Com casas e edifícios surgem cada vez mais nas cidades, os passaros urbanos tambem estao precisando de habitação e lugares ideais para sobreviverem. Pensando nisso o artista Thomas Winther, iniciou o projeto Happy City Birds (Passaros da cidade feliz). O artista levou 2 semanas na confeccao de 250 casinhas de passaros de materiais reciclados mas teve que comprar pregos pegos. Pintou as casas em cores alegres como amarelos brilhantes, verdes, laranjas, e colocou-as  em quatro cidades ao redor da Dinamarca em Aarhus, Odense, Copenhague e Kolding.

Pendurando em toda parte, árvores, postes, aeroportos, telhados, etc, as casinhas forneceram um novo lugar de descanso para os passaros.  O artista diz, “Os pássaros são realmente ótimos para reciclagem e precisamos valorizar isso. Eles comem migalhas, comida velha, frutas e insetos em geral. Dessa forma, eles ajudam a limpar e distribuir sementes . ” Uma vez que as casinhas foram concluídas e instaladas, o artista conclui que acabou encontrando 1.000 triângulos de sobras de madeira. Thomas nao perdeu tempo e comecou a criar novos projetos criando os bicos para imitar a aves de pequeno porte, para divulgar mais ainda o seu projeto.

 

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https://www.facebook.com/happycitybirds

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Ninhos incríveis

A fotografa americana Sharon Beals registrou vários ninhos utilizando em alguns casos materiais como papel, fios, linhas pedaços de ervas, folhas secas, musgo, palhas e ate conchinhas do mar, com essa linda arte construída pelos pássaros.

Sharon acabou criando uma série que originou o livro: “50 Nests and the Birds that Built Them”  (50 Ninhos e as aves que os construíram). A série capta a diversidade de materiais e é apresentado cada detalhe do trabalho destes autênticos arquitetos voadores.

As fotos são incríveis!  Confiram:

ninho de barro e galhos com 4 ovos

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