Exposição traz imagens incríveis de aves em extinção

Esta imagem incrível de ararajubas do zoo do Parque Cyro Gevaerd, em Balneário Camboriú, faz parte do primoroso trabalho assinado pelo fotógrafo mineiro, radicado em São Paulo, Tony Genérico.

As fotos foram feitas no ano passado em estúdio fechado, com uma técnica especial e acompanhamento de profissionais para não estressar os animais.

O resultado pode ser visto em uma mostra no próprio zoo. Foram fotografadas oito aves silvestres, algumas delas ameaçadas de extinção. Tony Genérico veio a Balneário Camboriú a convite da ICCO, a organização que mantém o zoo do Cyro Gevaerd.

A mostra é um dos projetos aprovados pela Lei de Incentivo à Cultura e tem ao apoio da ICCO e do Convention Bureau.

A visitação é de segunda a sexta, das 9h às 17h. Até o dia 2 de agosto.

Fonte: O Cotidiano da Região 

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A história de dois amigos que saíram da gaiola

Conheçam neste vídeo a  história de dois amigos formados em Design de Produto que resolveram chutar o balde e sair da gaiola para dar asas as próprias idéias.

Nasce o Zé Matuca, uma marca de camisetas com estampas de passarinhos. Um olhar voltado para a riqueza das coisas simples. Uma espécie de imaginação que se encontra logo ali, no quintal de casa.

Conheçam essa história de criatividade e mudança de estilo de vida, inspirada nos passarinhos sem gaiola.

Maiores informacoes: www.zematuca.com.br

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Ninhos incríveis

A fotografa americana Sharon Beals registrou vários ninhos utilizando em alguns casos materiais como papel, fios, linhas pedaços de ervas, folhas secas, musgo, palhas e ate conchinhas do mar, com essa linda arte construída pelos pássaros.

Sharon acabou criando uma série que originou o livro: “50 Nests and the Birds that Built Them”  (50 Ninhos e as aves que os construíram). A série capta a diversidade de materiais e é apresentado cada detalhe do trabalho destes autênticos arquitetos voadores.

As fotos são incríveis!  Confiram:

ninho de barro e galhos com 4 ovos

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Sharon Beals

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Guia de aves Mata Atlântica Paulista

guia_avesHouve o tempo em que a Mata Atlântica cobria quase toda a extensão litorânea brasileira. Quem já marcou os pés na sua terra, sabe do emaranhado rico de plantas que formam um labirinto verde e refrescante. Hoje, pouco resta  dela. As áreas preservadas ainda correm risco, mesmo que muito esteja sendo feito para protegê-la.

Mas ainda podemos encontrar pedacinhos da Mata Atlântica até mesmo em áreas mais urbanas das cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, principalmente. E quando nos deparamos com esses pedacinhos recortados de verde, se nos deixarmos levar pelos sons e pelos movimentos, logo sentiremos a presença de algumas aves nativas. São bravas as aves que conseguem viver nesses pequenos oásis dentro das cidades. São bravas e belas. Não é preciso de nada para admirá-las nos seus voos, nos seus cantos.

Mas para quem tem o veio da curiosidade cientificista, e para quem gosta de curiosidade, recomendamos um guia muito bem feito e de leitura gostosa da WWF, chamado “Guia de Aves da Mata Atlântica”. Seu download é gratuito, e lá você pode ler sobre as aves nativas desse tipo de vegetação e também ver fotos, para que consiga reconhecê-las  nas suas próprias observações.

Se você é curioso, baixe o guia, prepare seu piquenique, e olhos à obra! Link para download: Download do Guia de Aves da Mata Atlântica Paulista.

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Exposição mostra pássaros de São Paulo

exposição_Aves_Sao_PauloJá dizia o poeta Zé Galego “Pássaro que canta no horizonte, que a gente ouve, mas nunca vê”.

Quem vive em uma cidade grande, muitas vezes ouve de manhã o canto teimoso de um pássaro destacado do imenso barulho urbano, mas não o vê. De onde cantarão esses bichos?

E mesmo os que moram no mato, nem sempre veem as aves cantantes. As duplas caipiras celebram na sua tradição musical o canto das sururinas, triste como uma viúva a chorar, que canta no fim de tarde e é reconhecida sem precisar se apresentar. Pra lá dos cafundós, acima da tristeza e da alegria, canta também o Inhambu Chitão e o Xororó, e nem precisam ser vistos.

Não é necessário que vejamos o movimento do bico dos pássaros para que o admiremos. Sua beleza é também sonora. Pensemos num prosaico bem te vi: poucas pessoas reconheceriam se vissem um, mas quase todos são capazes de reconhecer e, muitas vezes, imitar seu canto. O canto dá até nome ao bicho, como os próprios bem te vis ou também as araras.

Mas isso não quer dizer que não queremos ver pássaros e que perdemos a curiosidade. Pelo contrário. Quem flagra um pássaro perto da janela ganha um momento de intimidade com um bicho muitas vezes bastante reservado. É um presente. Aproveite.

E quem, além de ver, consegue registrar o momento? Se você é um desses, deveria então expor seu material, criar um viveiro fotográfico.

Foi pensando nisso que o site “Virtude: birdwatching e natureza”, criou a ideia de uma exposição, onde quem mandou a fotos que estão sendo expostas até a semana que vem em um restaurante do centro de  São Paulo foram os internautas. Apos 19 de maio as fotos estarão disponiveis no site do organizador.

O objetivo é mostrar fotos de pássaros de São Paulo, para dar cara e corpo a esse seres cantantes, que destoam do barulho monótono da grande metrópole.

Conheça: http://virtude-ag.com/exposicao-aves-sao-paulo-por-bruno-arantes/

Por Thiago Majolo

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Curso online de observação de aves: inscrições abertas!

observando passarosMAIS VALE UM VOANDO…

Mais vale um na mão do que dois voando. Assim dizia o antigo ditado. Mas será que devemos continuar concordando com ele? Quando o assunto é pássaros, talvez essa não seja melhor maneira de ver a vida.

Tem crescido no mundo todo, e agora também no Brasil, o fenômeno do birdwatching, ou, em português, a observação de aves. O Brasil ainda corre um pouco atrás, mas a procura tem aumentado desde que os estrangeiros descobriram que nosso país é um dos mais ricos para observação de aves em seus habitats silvestres.

As técnicas e equipamentos têm se aprimorado, e cursos especializados surgem para dar conta do crescente contingente de pessoas que prefere ver um pássaro voando a ter dois na mão, ou na gaiola.

Para quem está interessado a dar os primeiros passos (ou as primeiras olhadelas) na técnica de observação de pássaros, uma boa dica é se enveredar em um curso online antes de sair mata adentro atrás desses bichinhos tão encantadores. Indicamos o curso do site Portal da Educação, cujo link copiamos abaixo. As inscrições estão abertas!

Clique para ver detalhes do Curso.

Por Thiago Majolo

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Coruja rara resgatada pela Rota das Bandeiras na Dom Pedro

A equipe do Meio Ambiente da Rota das Bandeiras realizou o resgate de uma coruja da espécie coruja-preta, bastante rara no Estado de São Paulo.

A equipe do Meio Ambiente da Rota das Bandeiras, concessionária responsável pela administração das rodovias que formam o Corredor Dom Pedro, realizou o resgate de uma coruja da espécie Strix Huhula, também conhecida popularmente como coruja-preta, bastante rara no Estado de São Paulo.

O animal, que impressiona pela beleza de sua penugem,  foi encontrado no canteiro central da rodovia Dom Pedro I (SP-065), na altura do km 115, em Itatiba e encaminhado ao zoológico de Paulínia sob os cuidados do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMbio), entidade na qual a concessionária mantém parceria para atender situações como esta envolvendo animais silvestres.

A Concessionária Rota das Bandeiras é uma empresa da Odebrecht TransPort, investidora e operadora no Brasil de negócios relacionados à mobilidade urbana, rodovias, sistemas integrados de logística e transportes.

 

http://www.rotadasbandeiras.com.br

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Inspirada por catálogos de botânica, fotógrafa americana usa pássaros de plástico em suas obras

RIO – Paula McCartney é fotógrafa de natureza. As suas três principais séries – “Bird watching” (“Observação de pássaros”), “A field guide to snow and ice” (“Um guia de campo para neve e gelo”) e “Bronx Zoo” (“Zoológico do Bronx”) – são composições perfeitamente naturais de pássaros, formas de gelo e animais na floresta. Se não fosse por um pequeno detalhe.
Como será que ela conseguiu capturar, em foco, os pássaros e tudo em torno, como se fêmea e macho estivessem posando, as cores vibrando em relação às folhagens? O que poderia parecer sorte tem outro nome. Inspirada por catálogos de botânica, a fotógrafa americana comprou pássaros de plástico, posicionou-os em seus verdadeiros habitats e escolheu o melhor ângulo.
– Não fiz esse trabalho para enganar o espectador, e sim como uma maneira de ter controle sobre a paisagem onde eu gostava de estar, mas onde sentia falta de ornamentos, de ver pássaros empoleirados por perto – explica ela, por e-mail. – Essa é a beleza da arte. Eu não preciso me contentar com a realidade, posso colaborar com o mundo natural para criar novas paisagens.
Em todos os projetos, Paula intervém nos cenários. O que alguns entendem como artificial é, para ela, uma manipulação que permite reinterpretar a natureza, torná-la “sua”. Suas fotos são produtos da ficção, seja quando ela organiza pássaros nos galhos, clica situações que simulam a selva no zoológico do Bronx ou registra materiais que transmitem a sensação de frio.
– Agora, estou terminando o livro “A field guide to snow and ice”. E estou preparando um outro, chamado “Book of trees, both native and introduced”, junto com um escritor, que vai contribuir com uma narrativa.
Entre as principais referências, a fotógrafa destaca “Celestographs”, série feita por August Strindberg no fim do século XIX a partir de um método experimental: sem câmera ou lente, em que as chapas fotográficas eram depositadas no chão ou na janela, expostas diretamente ao céu noturno. O resultado é uma imagem com pontos claros saltando do breu, que podem ser vistos como estrelas ou como grãos, poeira.
Embora o método de Paula seja bem diferente do de Strindberg, a questão levantada é a mesma: afinal de contas, o que vem a ser uma foto “natural”?

http://www.mnartists.org

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