Saiba como fazer comedouros de pássaro reaproveitando latas de alumínio

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O som dos pássaros e a alegria que estes pequenos animais trazem ao ambiente são incomparáveis. Para permitir que eles sejam livres, mas estejam sempre por perto, uma dica é instalar comedouros no jardim. O CicloVivo separou uma opção sustentável.

Esta sugestão foi publicada inicialmente no site Mom Eneavors. Além da simplicidade com que este artesanato pode ser feito, ele é uma opção para o reaproveitamento de latas de alumínio e o resultado ainda servirá para trazer mais vida ao ambiente.

Materiais necessários: latas; fitas, lenços ou faixas; tinta esmalte; palito de churrasco; pincel e cola quente.

Como fazer:

O primeiro passo para este artesanato consiste em retirar totalmente o rótulo que, normalmente, envolve a lata de alumínio. Feito isso, limpe bem a superfície para que a tinta possa aderir melhor.

As latas devem ser pintadas com as cores que melhor combinarem com o local em que elas serão instaladas. Lembre-se de usar a tinta esmalte e passe quantas camadas julgar necessário. Caso os dotes artísticos estejam bastante apurados, é possível fazer uma estampa na lata, o que dará um charme ainda maior.

Depois que a tinta estiver totalmente seca, amarre o lenço, faixa ou fita em volta da lata e deixe a sobra no tamanho ideal para fixá-la no local escolhido. Para finalizar, corte o palito de churrasco ao meio ou em três pedaços e cole um deles na abertura da lata, para servir como apoio para os passarinhos, enquanto eles comem o alpiste colocado dentro da lata.

Redação CicloVivo

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Ema e Emu pertencem a mesma ordem

450px-Baby_Rhea_americanaAlém destes dois também pertence a mesma ordem o avestruz. A semelhança entre os três é grande.

A ema é um animal restrito à América do Sul e é a maior ave das Américas. Pode atingir até 1,30m de altura. Tem pernas fortes e compridas, o que a torna uma grande velocista, e permite que ela possa atravessar lagos, lagoas e rios de pouca profundidade, adaptando-se com facilidade ao Pantanal. Embora tenha asas, não sabe voar.

Pode tornar-se agressiva e deve ser evitada pelo homem. Quem toma conta da cria é o macho da espécie, uma raridade no reino animal. O macho constrói um ninho e se acasala com algumas fêmeas ao mesmo tempo. Elas botam os ovos no mesmo ninho e então o macho cuida de chocá-los. O ninho da ema localiza-se no chão, geralmente no capim alto, contendo, na média, 15 ovos. Os filhotes atingem a idade adulta em seis meses, mas só reproduzem após dois anos.

O emu (Dromaius novaehollandiae, “Corredor da Nova Holanda” em latim) é a maior ave nativa da Austrália e, depois do avestruz, a segunda maior ave que vive hoje. Ele habita a maioria das áreas menos povoadas do continente, evitando apenas a floresta densa e o deserto severo. Como todas as aves do grupo das Ratites, não pode voar, mas, distintamente de alguns, tem pequenas asas escondidas sob as penas.

Podem medir 2 metros de altura e pesar até 60 kg. O macho é menor do que a fêmea. São nômades oportunistas e seguem a chuva, se alimentando de grãos, flores, frutas, insetos e o que mais for disponível. Eles são capazes de viajar grandes distâncias, correndo a 50 km/h.

Instituto Ressoar.org

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Segunda maior ave do mundo o Emu, nasce em zoológico

emuEmu é uma ave australiana, sendo a segunda maior do mundo.
Nascimento foi no sábado (8), sendo primeiro nascimento de Emu no Zoo.

No último sábado (8/12/2012), em Pomerode, no Vale do Itajaí, foi registrado o nascimento de um Emu. Segundo o biólogo responsável técnico pelo zoológico, Cláudio Hermes Maas, o Emu é uma ave australiana, sendo a maior ave daquele país e a segunda maior do mundo. Só é menor que o avestruz. Quando adultas medem entre 1,50 m e 2m e pesa cerca de 60kg.

As aves vieram para o zoológico de Pomerode no início deste ano e eram do zoológico de Salete, que fechou. Nasceram em Brasília. Este é o primeiro filhote de Emu nascido no zoo de Pomerode. Há outros 15 ovos que devem eclodir nas próximas semanas. Levam 41 dias para eclodirem.

A ave está em um ambiente controlado, com temperatura que varia entre 28 e 30 graus e recebe ração especial, frutas e alguns vegetais. Ficará lá por três meses e após será levado para exposição. É a sexta ave Emu do zoológico. As outras cinco vieram de Salete e são adultas. Trata-se de uma ave de clima quente, por isso, é necessário cuidado especial até os três meses.

No habitat natural, vive em regiões de floresta e semi-abertas. É um animal que necessita de um vasto espaço, pois corre bastante. É um animal exótico no Brasil. Suas plumas são cor de chumbo e não têm tanto valor como o avestruz. Os ovos, grandes e verde escuro, são usados para artesanato. No exterior, a carne é bastante apreciada e consumida.

G1

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O peixe que caça pássaros

peixe comedor de avesTemos a orca, a baleia assassina, que pula da água para capturar presas no ar. Também temos aves marinhas, que circulam pelo oceano, mergulhando no ar para agarrar peixes dando sopa na superfície da água.

E daí temos o bagre que caça pombos.
Esse comportamento alimentar estranho do peixe foi testemunhado recentemente por biólogos franceses.

Bagres são normalmente o oposto de predadores ferozes. Arrastam-se no fundo dos lagos de água doce e rios, abrindo suas bocas planas para consumir crustáceos, vermes, peixes pequenos, e até mesmo uma ou outra rã.

Mas uma espécie não tão “inofensiva” de bagre anda predando pombos inocentes com uma eficiência assustadora no sul da França – uma visível indicação de que estes peixes são mais astutos e adaptáveis do que se imaginava.

Bagres e pombos

O estudo foi realizado por Julien Cucherousset e Santoul Frédéric da Universidade de Toulouse, na França. Eles observaram o comportamento desses peixes a partir de uma ponte sobre o rio Tarn, no sudoeste da França.

O que eles viram foi um choque completo: uma espécie parente do peixe-gato conhecida como siluro (Silurus glanis ) estava se alimentando de aves, caçando-as com uma precisão incrível. Em alguns casos, estavam pegando as pombas na terra e arrastando-as para a água.

Ninguém nunca tinha observado um bagre (designação comum dada aos peixes da ordemSiluriformes) fazendo isso antes. O siluro é uma espécie nativa da Europa Oriental; ele foi introduzido pelos pescadores do rio Tarn no sudoeste de França em 1980, tornando-se uma espécie “invasiva”.

Sendo assim, o animal claramente “tropeçou” em uma oportunidade: graças a seu comportamento flexível, ele se adaptou a uma presa nova em um ambiente externo – e muito bem, diga-se de passagem.

Dos 45 comportamentos de “caça” observados, 28% resultaram em uma captura de sucesso. Essa taxa de sucesso de um em cada quatro é incrível para qualquer ataque predatório, quem dirá um que transcende a barreira entre água e terra.

Ao observar o peixe, os pesquisadores também notaram que ele só atacou quando os pombos estavam ativos na água. Pássaros imóveis, mesmo quando na água, foram deixados em paz.

Isso os levou a concluir que o bagre não estava usando sinais visuais para identificar os pássaros, mas sim que estava sentindo suas vibrações na água. Essencialmente, os pombos, por seus movimentos, provocaram os ataques contra eles.[io9 , TheWorld , Plos ,TheWeek ]

Pombos fazem jantares apetitosos, aparentemente. Pelo menos esses vídeos, de uma tartaruga e de um pelicano comendo essas aves, nos levam a pensar isso.

http://hypescience.com

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Som de pássaros para o seu celular Android.

O site Passaros.com lançou uma aplicação em português gratuita para celulares com sistema operacional Android, com os cantos e fotos dos pássaros mais famosos do Brasil.

Este aplicativo é útil para todas as idades para personalizar o som do celular: se você gostar pode definir como ringtones (a campainha do seu telefone) ou para compartilhar com sua família e amigos.

Imagens do aplicativo

    
Nosso aplicativo tem 10 sons diferentes:
Azulão
Bicudo
Canario da Terra
Curio
Currupiao
Pinta Silva
Rouxinol
Sabia
Tico-Tico
Trinca Ferro
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Morador vai à Justiça contra corte de árvore com ninhos em obra da Copa

Árvores são retiradas dos canteiros onde o VLT vai passar em Cuiabá.
Mais de 60 ninhos com filhotes foram encontrados em árvore.

Um morador de Cuiabá protocolou uma queixa no Ministério Público Estadual (MPE) na tentativa de impedir que uma árvore com mais de 60 ninhos de pássaros da espécie Japuíra, comum da região pantaneira mato-grossense, seja retirada de uma das principais avenidas da capital para a implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).

Ataíde Alves da Silva é morador da região e diariamente percorre o trajeto passando pelo canteiro, onde está a árvore, para ir ao trabalho. Como os ninhos são próximos à avenida e parecem que pendem dos galhos, chamam a atenção dos motoristas que trafegam pelo local. “O cenário é maravilhoso e já faz parte do cotidiano. Como a árvore fica próxima ao sinaleiro, aproveitamos [motoristas] para apreciar o canto e voos rasantes das aves”, declarou o morador ao G1.

Ele disse que a intenção é impedir que a árvore seja retirada com o ninhal ainda cheio de filhotes, para as obras do modal de transporte público. Ataíde Alves, que trabalha com representação comercial, contou também que tirou várias fotos e as encaminhou para o Ministério Público. “Os ninhos estão cheios de filhotes e avalio que alguma coisa deve ser feita com eles antes da árvore ser retirada”, observou.

Ao G1, o Consórcio Cuiabá, responsável pela execução da obra, informou por meio de nota que biólogos estão acompanhando a reprodução dos ninhos identificados em 16 árvores na Avenida Fernando Corrêa Costa. No entanto, garante que “a árvore em que for verificada a existência de ninhos será preservada até que sejam abandonados pelos pássaros e seus filhotes”, consta trecho da nota.

O consórcio afirma também que somente após essa etapa de reprodução dos pássaros e depois de ter feito um levantamento conclusivo é que as equipes de cortes e supressão vão ter autorização para prosseguir nos trabalhos.

Das 16 árvores monitoradas na avenida, os biólogos identificaram que oito delas já tiveram os ninhos abandonados pelos pássaros. No caso da espécie Japuíra, foi constatado que os pássaros ainda estão alimentando os filhotes.

Por conta do VLT, devem ser retiradas mais de 2,5 mil árvores dos canteiros de ruas e avenidas da capital para a Copa do Mundo de 2014. Ainda em nota, o Consórcio Cuiabá reafirma que será executado todo um projeto paisagístico que prevê o plantio de 3.500 árvores ao longo do trajeto do VLT.

Habitat urbano
A permanência dos pássaros japuíras em meio centro urbano, de acordo com o biólogo e ornitólogo João Batista, se dá quando o ambiente é próximo de uma mata ciliar ou a rios. “No caso em questão, a árvore com os ninhos está bem perto do Rio Coxipó, o que favorece a adaptação das aves e não compromete o desenvolvimento”, explica.

Batista também ressalta que as aves estão no local há pelo menos quatro anos e que a reprodução da espécie ocorre até o final de novembro o que fará, segundo ele, com que os pássaros deixem os ninhos rumo a um novo habitat.

G1

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Pássaros invadem casa em Ponta Grossa e criam filhotes em gaveta.

Ninho estava escondido em uma das quatro gavetas de uma mesa que fica na parte externa da casa de Daniela Pires, que está encantada com os animais e vem cuidando deles com carinho

Um ninho de passarinhos vem encantando a pequena Daniela Pires, de apenas 10 anos, que todas as noites ‘brinca’ com os animais. É possível observar o brilho no olhar toda vez que ela se refere aos pássaros, que ainda tem poucos dias de vida e uma mãe bastante ciumenta, que, durante o dia não deixar ninguém chegar perto dos ‘bichinhos’. A família localizou o ninho na gaveta de uma mesa antiga que fica na área externa da casa, localizada na rua República Argentina, próxima a região do Jardim Carvalho, em Ponta Grossa. Os familiares da pequena Daniela contam que perceberam que algo estava errado depois que o cachorro da família, um poodle, começou a latir e pular embaixo para a mesa.

“Eu abri as quatro gavetas da mesa e encontrei o ninho em uma delas com seis ovinhos e aí, no outro dia, eu abri e vi que tinha quatro passarinhos e dois ovinhos ainda. No outro dia, eu abri a gaveta e vi que mais um ovo havia chocado. Eu achei que o outro não iria nascer, mas no dia seguinte ele chocou”, relata a pequena Daniela, que está na quinta série. “Minha avó disse para eu dar pão para eles, então eu deixei um pedaço, mas eles não comeram, porque só comem minhoca que a mãe deles traz”, declara a pequena, que declara ter ficado com medo que os passarinhos morressem. “Minha irmã disse que eles iriam morrer e eu chorei à noite, mas ainda bem que não morreram”, conta a esperta garota.
Desde que encontraram os animais, a gaveta do móvel fica aberta. No ninho, estão seis passarinhos. Além dos passarinhos e do poodle, Daniela ainda tem um hamster. Ela diz amar muito os animais. “Eu gosto muito dos animais. Gosto de gato, cachorro e quando vou à fazenda gosto de andar a cavalo”, ressalta. “Eu não brinco com os passarinhos porque eles são muito pequenos, mas faço carinho”, finaliza Daniela, relatando que o ninho foi encontrado na sexta-feira passada.

Jornal da manha

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Pássaros demonstram carinho ao repartir almoço

 

passarinhos romanticosAssim com em A Dama e o Vagabundo, um clássico dos desenhos Disney, que dividem um prato de macarronada e acabam se beijando ao saborear um mesmo fio de macarrão, esta dupla de pássaros divide o almoço sentados no galho de uma árvore.

Eles repartiram uma borboleta, como forma de demonstrar seu afeto um pelo outro. É tão romântico!

Ele oferece o inseto a ela, e os dois se deliciam com a refeição. A cena foi flagrada pelo fotógrafo Goldenshtein, na aldeia Tivon, em Israel.

O casal de passarinhos protagonizou uma cena realmente emocionante. Afinal, nada melhor que dividir um almoço para selar uma paixão.

entretenimento.r7.com

 

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Gavião-carijó ataca pombo em avenida de Ribeirão

gaviao ataca pomboDe acordo com a bióloga Ana Carla Aquino, da USP de Ribeirão, a ave é um gavião-carijó (Rupornis magnirostris), da família

“Pela plumagem, aparenta ser um gavião jovem”, explicou a bióloga. “Ele se adaptou muito bem aos centros urbanos, por existir alimentos em abundância, como os pombos”, acrescentou.dos acipitrídeos, encontrado em diferentes ambientes, ocorrendo do México à Argentina, sendo a espécie predominante no Brasil.

Cadeia alimentar
Segundo o zootecnista Alexandre Carvalho Gouvêa, chefe do Bosque Fábio Barreto, de Ribeirão, “toda ave de rapina tem um papel indispensável no equilíbrio da fauna”.

Um gavião-carijó pesa entre 250 e 300 gramas, mede de 31 a 41 centímetros, sendo os machos 20% menores que as fêmeas. A ave atinge velocidade média em ataque de 40 km/hora.

Terror em galinheiro
Essa espécie também é conhecida como terror dos galinheiros e ganhou nomes como anajé, gavião-indaié, gavião-pinhel, gavião-pega-pinto e inajé, gavião-pinhé. Em Ribeirão, além do carijó, é muito comum encontrar o gavião-carcará, que vive em canaviais, se alimentando de pequenos roedores e cobras.

Fonte: http://www.jornalacidade.com.br

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