Corvos recicladores de Toquio constroem ninhos a partir de cabides

Corvos são conhecidos por serem aves muito inteligentes, e parece que agora eles podem nos ensinar algo sobre reciclagem.

O corvos de bico grosso asiático constróem ninhos com cabides que recolhe de diferentes casas.

Normalmente essas aves fazem uso de praticamente qualquer coisa que encontram por aí para construir ninhos resistentes. Ele geralmente constroem estruturas rudimentares, feitas de galhos entrelaçados recolhidas de árvores e arbustos. Em seguida, tecem os galhos com pequenos pedaços de fio metálico que fortalecem a estrutura do ninho. Em alguns ninhos, os corvos chegam a tricotar pedaços de plástico no lugar do metal.

 Como galhos e outros materiais naturais são difíceis de encontrar na metrópole movimentada de Tóquio, Japão, as aves se adaptaram e passaram a utilizar os cabides.

Um blogueiro postou algumas dessas imagens por volta de 2005, depois de resolver o mistério do sumiço dos seus cabides. Aparentemente não é apenas o ninho: parece que esse corvos japoneses são colecionadores compulsivos de cabides.

 

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Foto: Brian G. Kennedy

Às vezes, eles fazem seus ninhos de cabide sobre as linhas de energia. Isso pode causar blecautes e grandes problemas, especialmente durante a época de acasalamento. Assim, a empresa de energia Kyushu Electric possui “patrulhas” que procuram e destroem ninhos de cabide feitos em fios de rede elétrica.

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Foto: Götz

 

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Foto: Susan Fleming

ninho de corvo com cabides Present Simple

Foto: Present Simple

Fonte: BES GroupSinister Pictures

 

 

 

 

 

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Papagaio herói luta com o agressor de sua dona em parque de Londres

Papagaio cinza africano Wunsy lutou contra um atacante em um parque de Londres (Foto: Met Police)

Um papagaio destemido tem sido elogiado pela polícia depois de ter vindo para o resgate de uma mulher que foi agredida em um parque de Londres.

O pássaro bravo, chamado Wunsy, bateu as asas e gritou, assustando o atacante, segundo a polícia.

Uma mulher de 25 anos de idade, estava levando o papagaio de estimação (Africano cinzento) para um passeio no Sunny Hill Park, em Londres, em 4 de abril, quando o ataque aconteceu.

O homem agarrou-a pelos ombros e empurrou-a para o chão, quando o pássaro defendeu sua dona, fazendo que o agressor fugisse.

“Este foi um ataque aleatório em uma mulher saindo de um parque”, disse o policial Chris Cutmore da Delegacia de Polícia Colindale. “Embora o papagaio Wunsy veio em seu socorro, estamos obviamente muito interessados ??em seguir o suspeito e impedi-lo de atacar mais alguém. ‘

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Fonte: Metro

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Curió, que era preto, mas de tão velho está grisalho

Para fazer “moral” com a filha, o genro do aposentado Juarez Duarte, de 72 anos, deu ao sogro um presente inusitado, um curió. O bichinho já chegou preso, lamenta a família, que não conseguiu dar liberdade à ave porque isso comprometeria a sobrevivência. Desde então, além de um novo integrante, os Duarte ganharam um pássaro duro na queda. Já se passaram mais de 30 anos e ele continua vivo, cantando.

Eles tentam compensar a falta de liberdade com carinho. Kengo, como é chamado, já tinha nome e também registro no IBAMA. Em um dos pés do curió, uma anilha tem registrada a data de nascimento do pássaro: dia 30 de agosto de 1983.

Com a idade, ele ficou grisalho. As penas que eram totalmente pretas, agora também são brancas. O canto também já não é tão frequente. “Olha, ele cantou”, é o espanto da fisioterapeuta Tatiane Duarte, de 33 anos, que ainda se surpreende com a energia do amigo. Apenas 3 anos mais velha, ela conta que já chegaram a oferecer R$ 30 mil por Kengo. “Não tem preço, está na família desde que eu sou pequena”, justifica.

Há alguns anos a família e, principalmente, o pássaro, levaram um susto. Um gavião atacou a gaiola de Kengo, e segundo Juarez, o curió teve um infarto. Mesmo assim, com ajuda de um veterinário, ele continuou na ativa.

Quem cuida de Kengo é a dona de casa Cleide Duarte, de 66 anos, e apesar de todo amor que sente pela ave, diz que não quer criar outros pássaros. Garante que só continuou com o curió por ter sido um presente. “Não gosto de passarinho preso”, confessa. Segundo ela, a família nunca quis soltar o animal porque ele não saberia sobreviver na natureza, já que nasceu em cativeiro.

Longevidade – Segundo Juarez, a espécie costuma viver até os 17 anos, quase metade da idade atual de Kengo. Mas se bem cuidado, a vida pode seguir até os 30, no máximo. Por isso, a expectativa faz parte da rotina. Todas as manhãs a família segue o mesmo ritual: ir até a gaiola que fica no quintal torcendo para que Kengo esteja vivo.

Água filtrada e banho várias vezes ao dia, segundo o aposentado, são os motivos da longevidade do pássaro. “Mas o principal é muito carinho”, afirma.

Conhecido pelo canto, para afinar a “voz” do pássaro, o aposentado colocava músicas ao lado da gaiola para treinar o bicho e participar de competições. Ele não decepcionou e chegou a ganhar vários prêmios pela “afinação”.

Um detalhe interessante sobre Kengo é que ele continua virgem. Como nunca foi livre, também nunca aprendeu a se relacionar. “Ele apanhava das fêmeas”, revela Cleide, sobre as tentativas frustadas do pássaro.

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Fonte: http://www.campograndenews.com.br/

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As andorinhas de Tapiraí

A Serra, hoje conhecida também como das Antas, abriga uma espécie de ave muito famosa no país: a andorinha. É claro que andorinha não é lá um pássaro difícil de ser visto. O seu peito branco e papo laranja, logo abaixo das penas negras, sobrevoam muitos céus do Brasil, até mesmo o de grandes cidades. Mas foi esse território, hoje erroneamente conhecido como “das antas” que as andorinhas, muitas delas, fizeram verão.

Para chegar lá é preciso pegar a estrada que liga a cidade paulista de Piedade ao Vale do Ribeira, que é um daqueles achados para quem gosta de entrar num carro e se aventurar sem precisar de uma 4×4.

Ao chegar perto da serra, próximo à Tapiraí, o motorista sente o ar fresco da Mata Atlântica invadindo as janelas. A estrada de duas pistas (a famosas “uma que vai, uma que vem”) é tortuosa, sem acostamento, sempre margeada e coberta por uma densa mata verde.

O nome Tapiraí, em tupi, quando bem traduzido, quer dizer “rio das andorinhas”. Tapira é o nome indígena para andorinha. Por um erro etimológico, o lugar ficou conhecido como “rio das antas” que, em tupi, seria Taipiri, e não Tapiraí.

Fato é que as andorinhas, que não falam nem tupi nem português, não se importaram com o fato, e ainda continuam a serem vistas aos montes na região. Quem quiser parar na Cachoeira da Fumaça, no restaurante Cabeça de Anta, ou até mesmo em um inusitado boteco de empanada chilenas chamado El Caminito, poderá encontrar esses simpáticos pássaros a colorir de preto, branco e laranja todo o trajeto.

Por Thiago Majolo

 

 

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Você já resgatou um pássaro que caiu do ninho?

 Se sim, sabe o quanto é gratificante ver ele crescer saudável, aprender a voar para mais tarde voltar a viver livre pelo céu. 

Acompanhe a história em video deste rapaz de apelido Kandwarf que resgatou um  bebê beija-flor, alimento-o com  água com açúcar e moscas e quando ficou maior, ensinou-o a voar.  O lindo pássaro se readaptou bem e sempre volta para o quintal da casa do garoto.

“Foi uma experiência bastante agitada e difícil, mas muito gratificante”, finaliza ele.

Confira:

 

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Artista dá vida a casas de pássaros na Dinamarca

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Com casas e edifícios surgem cada vez mais nas cidades, os passaros urbanos tambem estao precisando de habitação e lugares ideais para sobreviverem. Pensando nisso o artista Thomas Winther, iniciou o projeto Happy City Birds (Passaros da cidade feliz). O artista levou 2 semanas na confeccao de 250 casinhas de passaros de materiais reciclados mas teve que comprar pregos pegos. Pintou as casas em cores alegres como amarelos brilhantes, verdes, laranjas, e colocou-as  em quatro cidades ao redor da Dinamarca em Aarhus, Odense, Copenhague e Kolding.

Pendurando em toda parte, árvores, postes, aeroportos, telhados, etc, as casinhas forneceram um novo lugar de descanso para os passaros.  O artista diz, “Os pássaros são realmente ótimos para reciclagem e precisamos valorizar isso. Eles comem migalhas, comida velha, frutas e insetos em geral. Dessa forma, eles ajudam a limpar e distribuir sementes . ” Uma vez que as casinhas foram concluídas e instaladas, o artista conclui que acabou encontrando 1.000 triângulos de sobras de madeira. Thomas nao perdeu tempo e comecou a criar novos projetos criando os bicos para imitar a aves de pequeno porte, para divulgar mais ainda o seu projeto.

 

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https://www.facebook.com/happycitybirds

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Passarinhos na janela

O que é preciso fazer para atrair esses visitantes para o parapeito ou varanda, mesmo quando se mora em uma grande cidade

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Precisei de dois dias para entender que o vulto fugidio que eu via na janela era uma curiosa rolinha – um macho, como soube meses depois, dada a plumagem azulada na cabeça. Era o terceiro mês que eu colocava frutas num pratinho preso do lado de fora do vidro, no 5º andar de um prédio em frente a uma avenida barulhenta e movimentada. Nascida no interior de São Paulo, onde me acostumei a ver passarinhos nos quintais, me encantei, depois de muitos anos morando na metrópole, com a possibilidade de atraí-los para a minha janela. Assim como eu, muita gente vem tentando receber a visita dessas aves em suas casas e apartamentos. É uma forma de ter um contato mais próximo com a natureza, mesmo morando na cidade. Além disso, ter passarinhos por perto também pode ser muito útil, uma vez que eles fazem a polinização das plantas e ainda mantêm um bom controle das pragas que as infestam. O que há de mais novo nesse movimento é a maior conscientização ecológica que ele pressupõe: há uma notável preocupação em oferecer aos visitantes alimentos naturais, evitar o surgimento de pombas urbanas e, claro, deixar o passaredo em liberdade. Gaiola, nem pensar.

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Para quem se aventura a chamar os bichos para perto, os aprendizados são muitos. Eles são atraídos, por exemplo, pelos jardins em vasos (flores coloridas, em geral) e as hortas domésticas. Mas, vale saber, cada espécie tem uma preferência. Descobri, veja só, que nem mesmo faminta uma rolinha seria capaz de comer frutas, já que seu bico e seu caminhar são dados a esquadrinhar o chão em busca de pequenas sementes.Já se o cardápio incluir alpiste, níger e painço, não só rolinhas como também chupins e pardais virão rapidamente. O único problema é que as pombas também gostam muito desse menu; se quiser que elas fiquem longe, melhor oferecer apenas frutas.

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Além da diferença no gosto, os pássaros variam muito em seus hábitos de voar; uns preferem ficar perto do chão, outros de voar alto. Dessa maneira, se você mora em um apartamento no 20º andar ou em uma casa no térreo, vai atrair espécies diferentes. Maritacas voam alto e são capazes de encontrar sementes de girassol até mesmo na cobertura de alguns prédios. Sabiás são preguiçosos e só chegam ao 3º ou 4º andar se vislumbrarem um prato repleto de mamão e banana. 

 

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ÁGUA DE BEBER
Outra coisa de que as aves adoram é água. Os beija-flores, por exemplo, gostam muito da água com néctar colocada nos bebedouros – e podem ser subornados com açúcar refinado, desde que se use apenas uma colherinha de café para cada recipiente. Açúcar em excesso, além de fermentar sob o sol, atrai abelhas, que espantam a freguesia. Além disso, o ornitólogo Johan Dalgas Frisch recomenda limpar o bebedouro a cada três dias com uma tampinha de água sanitária diluída em 1 litro de água. A sujeira grossa deve ser removida com uma escova de dentes velha e os recipientes, deixados submersos na solução de limpeza por 1 hora.

Os pássaros também são atraídos por uma simples vasilha com água fresca em um local sombreado, perto da comida. Ali, eles podem se banhar, principalmente nos dias ensolarados. Um modelo de bordas grossas, onde possam se apoiar antes de dar um mergulho, é o ideal. É preciso, apenas, tomar um cuidado: limpar a banheirinha com a mesma solução higiênica usada nos bebedouros – a medida evita a proliferação de bactérias e fungos nocivos tanto para eles quanto para nós.

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SURPRESAS DIÁRIAS
Foi desse jeito, no erro e acerto (ora oferecendo fruta, ora colocando sementes variadas), que descobri o que atrai esses bichinhos tão graciosos. É claro que a tarefa demanda sua parcela de dedicação: comprar sementes, frutas frescas e limpar potes, bebedouros e outros utensílios. Mas o esforço vale a pena. No meu caso, recebi a simpática visita de uma maritaca, arisca como pensamento; um bem-te-vi exibido, com sua casaca preta cobrindo o peito banana-ouro; sanhaços; cambacicas; beija-flores e sabiás. Muitos desses nomes, aliás, descobri num livro de pássaros com a surpresa de quem recorda velhos amigos. Hoje já consigo, até mesmo, reconhecer os filhotes adolescentes de meus visitantes, tremelicando de ansiedade e fome enquanto os pais ainda lhes levam alimento ao bico, uma cena rara de se ver.

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planetasustentavel.com.br

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Especialista dá dicas de como atrair pássaros para o jardim

comedouro feito de garrafa pet e colheres de pauAs aves observadas em praças e árvores podem ser atraídas para perto de casa. De acordo com um levantamento do Centro Brasileiro de Estudos Ornitológicos, o Brasil abriga mais de duas mil espécies de aves, a segunda maior catalogada no mundo. Na região de Santa Catarina, os pássaros são tão admirados que desde 2002 funciona o Clube de Observadores de Aves do Vale Europeu (Coave).

O presidente do Coave, Maicon Mohr, deu algumas dicas simples para ajudar a atrair pássaros para perto de casa.

Entre as dicas de Mohr está oferecer comida para as aves, como frutas e grãos. No início será difícil as aves frequentarem o seu comedouro, porém, com o tempo, as aves irão se habituar com aquele alimento e passarão a visitar a casa. É importante que o alimento seja trocado todos os dias, pois as aves muitas vezes frequentam aquele ambiente em busca de alimentos por não encontra-los no ambiente.

As aves também são atraídas por plantas, especificamente árvores e arbustos que dão frutos e com sementes que são interessantes para essas aves.

Por Giovanna Santurbano

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Os Pássaros de Papel de Johan Scherft

Quando tinha 14 anos, Johan Scherft fez o seu primeiro pássaro de papel, colorido com lápis de cor e modelado após inspirar-se nos aviões de papel do artista inglês Malcolm Topp. Seus modelos foram se desenvolvendo junto com seus desenhos, até que ele entrou na Royal Academy of Arts em The Haghe na Holanda, onde aperfeiçoou suas técnicas de pintura e escultura. Quase 30 anos depois, o artista tornou-se um mestre em criar uma grande variedade de objetos como dinossauros, rãs, barcos e especialmente pássaros. Scherft usa um computador para auxiliar nas etapas iniciais dos seus projetos, mas todo o resto é feito à mão, em um processo trabalhoso que pode demorar vários dias e, ocasionalmente, até um mês para ser concluído. Com pincéis finos, consegue um efeito mais realista, ao usar aquarelas ou tinta guache: o resultado não poderia ser mais incrível. São esculturas realmente impressionantes!

http://www.thisiscolossal.com

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Saiba como fazer comedouros de pássaro reaproveitando latas de alumínio

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O som dos pássaros e a alegria que estes pequenos animais trazem ao ambiente são incomparáveis. Para permitir que eles sejam livres, mas estejam sempre por perto, uma dica é instalar comedouros no jardim. O CicloVivo separou uma opção sustentável.

Esta sugestão foi publicada inicialmente no site Mom Eneavors. Além da simplicidade com que este artesanato pode ser feito, ele é uma opção para o reaproveitamento de latas de alumínio e o resultado ainda servirá para trazer mais vida ao ambiente.

Materiais necessários: latas; fitas, lenços ou faixas; tinta esmalte; palito de churrasco; pincel e cola quente.

Como fazer:

O primeiro passo para este artesanato consiste em retirar totalmente o rótulo que, normalmente, envolve a lata de alumínio. Feito isso, limpe bem a superfície para que a tinta possa aderir melhor.

As latas devem ser pintadas com as cores que melhor combinarem com o local em que elas serão instaladas. Lembre-se de usar a tinta esmalte e passe quantas camadas julgar necessário. Caso os dotes artísticos estejam bastante apurados, é possível fazer uma estampa na lata, o que dará um charme ainda maior.

Depois que a tinta estiver totalmente seca, amarre o lenço, faixa ou fita em volta da lata e deixe a sobra no tamanho ideal para fixá-la no local escolhido. Para finalizar, corte o palito de churrasco ao meio ou em três pedaços e cole um deles na abertura da lata, para servir como apoio para os passarinhos, enquanto eles comem o alpiste colocado dentro da lata.

Redação CicloVivo

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