Guia que visa popularizar a observação de aves é lançado em São Paulo

No dia 23 de novembro de 2015, às 19h, a Wildlife Conservation Society (WCS) e a Editora Horizonte, lançam o guia Aves do Brasil: Mata Atlântica do Sudeste, de Robert S. Ridgely, John Gwynne, Guy Tudor e Martha Argel. Com linguagem simples e todo ilustrado, o livro apresenta os ambientes da Mata Atlântica e os desafios para a sua conservação. Além disso, destaca todas as espécies de aves da região, com ilustrações, mapas de distribuição e textos que permitem sua identificação. O lançamento acontecerá na Livraria Cultura – Conjunto Nacional, em São Paulo, com a presença dos autores John Gwynne (EUA) e Martha Argel (Brasil).

Este é o segundo volume de uma série que aborda as aves de todos os biomas brasileiros. Desta vez, são apresentadas 927 espécies de aves da Mata Atlântica do Sudeste com ocorrência nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo, além do leste de Minas Gerais e sul da Bahia. A maioria das descrições é acompanhada de precisas ilustrações – são mais de 1300, feitas por renomados artistas especializados em aves, como Guy Tudor, o maior ilustrador de aves sul-americanas. Em suas 432 páginas, o livro traz informações dos ambientes, épocas e altitudes de ocorrência, características físicas, dicas para diferenciação de espécies semelhantes e breves descrições de comportamento e voz.

Com um formato compacto, considerado mais eficiente para o uso em campo, o preço sugerido do Guia é de R$ 69,00. Este valor, muito mais acessível que o de livros semelhantes, só foi possível graças ao patrocínio da Fundação Grupo Boticário e da Fibria, ao apoio do Legado das águas – Reserva Votorantim e às doações feitas por instituições e pessoas físicas à WCS nos Estados Unidos. O objetivo do preço subsidiado é estimular o interesse da população pela observação de aves no Brasil.

Mais informações pelo site www.edhorizonte.com.br ou pelo telefone (11) 3022-5599.

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Exposição traz imagens incríveis de aves em extinção

Esta imagem incrível de ararajubas do zoo do Parque Cyro Gevaerd, em Balneário Camboriú, faz parte do primoroso trabalho assinado pelo fotógrafo mineiro, radicado em São Paulo, Tony Genérico.

As fotos foram feitas no ano passado em estúdio fechado, com uma técnica especial e acompanhamento de profissionais para não estressar os animais.

O resultado pode ser visto em uma mostra no próprio zoo. Foram fotografadas oito aves silvestres, algumas delas ameaçadas de extinção. Tony Genérico veio a Balneário Camboriú a convite da ICCO, a organização que mantém o zoo do Cyro Gevaerd.

A mostra é um dos projetos aprovados pela Lei de Incentivo à Cultura e tem ao apoio da ICCO e do Convention Bureau.

A visitação é de segunda a sexta, das 9h às 17h. Até o dia 2 de agosto.

Fonte: O Cotidiano da Região 

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A história de dois amigos que saíram da gaiola

Conheçam neste vídeo a  história de dois amigos formados em Design de Produto que resolveram chutar o balde e sair da gaiola para dar asas as próprias idéias.

Nasce o Zé Matuca, uma marca de camisetas com estampas de passarinhos. Um olhar voltado para a riqueza das coisas simples. Uma espécie de imaginação que se encontra logo ali, no quintal de casa.

Conheçam essa história de criatividade e mudança de estilo de vida, inspirada nos passarinhos sem gaiola.

Maiores informacoes: www.zematuca.com.br

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Corvos recicladores de Toquio constroem ninhos a partir de cabides

Corvos são conhecidos por serem aves muito inteligentes, e parece que agora eles podem nos ensinar algo sobre reciclagem.

O corvos de bico grosso asiático constróem ninhos com cabides que recolhe de diferentes casas.

Normalmente essas aves fazem uso de praticamente qualquer coisa que encontram por aí para construir ninhos resistentes. Ele geralmente constroem estruturas rudimentares, feitas de galhos entrelaçados recolhidas de árvores e arbustos. Em seguida, tecem os galhos com pequenos pedaços de fio metálico que fortalecem a estrutura do ninho. Em alguns ninhos, os corvos chegam a tricotar pedaços de plástico no lugar do metal.

 Como galhos e outros materiais naturais são difíceis de encontrar na metrópole movimentada de Tóquio, Japão, as aves se adaptaram e passaram a utilizar os cabides.

Um blogueiro postou algumas dessas imagens por volta de 2005, depois de resolver o mistério do sumiço dos seus cabides. Aparentemente não é apenas o ninho: parece que esse corvos japoneses são colecionadores compulsivos de cabides.

 

ninho de corvo com cabides Kenedy

Foto: Brian G. Kennedy

Às vezes, eles fazem seus ninhos de cabide sobre as linhas de energia. Isso pode causar blecautes e grandes problemas, especialmente durante a época de acasalamento. Assim, a empresa de energia Kyushu Electric possui “patrulhas” que procuram e destroem ninhos de cabide feitos em fios de rede elétrica.

ninho de corvo com cabides Goetz

Foto: Götz

 

ninho de corvo com cabides Susan Fleming

Foto: Susan Fleming

ninho de corvo com cabides Present Simple

Foto: Present Simple

Fonte: BES GroupSinister Pictures

 

 

 

 

 

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Liberdade: 244 aves presas ilegalmente voltam para a natureza

As aves foram encontradas agressivas e agitadas, mas não apresentavam dificuldade de alimentação ou problemas para voar.
Duzentos e quarenta e quatro pássaros foram soltos na tarde da quarta-feira (2) no Sertão pernambucano. As aves foram apreendidas em feiras ilegais na Região Metropolitana do Recife, como no mercado do Cordeiro, Zona Oeste da cidade.
As aves foram encontradas agressivas e agitadas, mas não apresentavam dificuldade de alimentação ou problemas para voar. Parte delas vieram de São Paulo e algumas até estavam devidamente marcadas, mas foram apreendidas pelas irregularidades nas licenças dos seus criadores.
Espécies como galha-cancã, tico-tico-rei cinza e galos de campina foram capturados e antes de serem devolvidas à natureza as aves passaram por um proceso de readaptação, conduzido pelo Ibama.
A ação é fruto de uma parceria entre a Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH), em parceria com a Polícia Civil de Pernambuco, a Companhia Independente de Policiamento do Meio Ambiente (Cipoma), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (CRAS) de São Paulo.
 Os responsáveis pelos crimes foram autuados e vão responder judicialmente, podendo pegar de seis meses a um ano de prisão, além de multas.
Fonte  Diario de pernambuco
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Príncipe saudita mata mais de 2 mil pássaros

Safári real de três semanas matou animal ameaçado de extinção

Sultan bin Abdul-Aziz Al SaudO príncipe saudita Fahd bin Sultan bin Abdul Aziz Al Saud e mais um grupo de pessoas que o acompanhava em um safári em Balochistan, no Paquistão, matou cerca de 2,1 mil pássaros da espécie Houbara Bustard, que está ameaçada de extinção, de acordo com a TV DawnNews.

A atitude do príncipe violou pesadamente os limites da autorização que a ele foi concedida pelo governo de Islamabad.

De acordo com relatório do Departamento de Florestas e da Fauna de Baluchistan, o safári da equipe ocorreu entre os dias 11 e 31 de janeiro.

Em geral, a caça desse pássaro é proibida no Paquistão como em grande parte do mundo. Porém, o governo paquistanês concede autorizações pontuais para personalidades provenientes do Oriente Médio e dos Países do Golfo Pérsico.

A Houbara Bustard é encontrada em diversos países que ficam no norte da África, na Ásia e no Oriente Médio e estima-se que existam ainda cerca de 100 mil pássaros dessa espécie no mundo.

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Papagaio herói luta com o agressor de sua dona em parque de Londres

Papagaio cinza africano Wunsy lutou contra um atacante em um parque de Londres (Foto: Met Police)

Um papagaio destemido tem sido elogiado pela polícia depois de ter vindo para o resgate de uma mulher que foi agredida em um parque de Londres.

O pássaro bravo, chamado Wunsy, bateu as asas e gritou, assustando o atacante, segundo a polícia.

Uma mulher de 25 anos de idade, estava levando o papagaio de estimação (Africano cinzento) para um passeio no Sunny Hill Park, em Londres, em 4 de abril, quando o ataque aconteceu.

O homem agarrou-a pelos ombros e empurrou-a para o chão, quando o pássaro defendeu sua dona, fazendo que o agressor fugisse.

“Este foi um ataque aleatório em uma mulher saindo de um parque”, disse o policial Chris Cutmore da Delegacia de Polícia Colindale. “Embora o papagaio Wunsy veio em seu socorro, estamos obviamente muito interessados ??em seguir o suspeito e impedi-lo de atacar mais alguém. ‘

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Fonte: Metro

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Justiça recebe denúncia contra suspeitos de matar pássaro afogado

Dois adolescentes de 14 anos foram denunciados pelo Ministério Público Estadual (MPE) pela morte de um pássaro no mês passado, em Tangará da Serra, a 242 km de Cuiabá. A denúncia foi recebida pela Justiça, que já realizou a primeira audiência para ouvir os dois garotos sobre o vídeo que mostra o afogamento da ave. Essas imagens teriam sido enviadas por um dos adolescentes para um grupo de um aplicativo de celular e tiveram repercussão na rede social. Em razão disso, um internauta denunciou o caso ao Ministério Público.

O vídeo mostra o afogamento da ave. Um dos adolescentes, segundo denúncia do Ministério Público, colocou a gaiola onde o pássaro estava dentro de uma piscina. Após deixar a gaiola dentro d’água por alguns minutos, o pássaro morre afogado. A internauta que fez a denúncia contou ao G1que, pelas imagens, identificou o uniforme do adolescente que estava afogando o pássaro. “Na hora que ele coloca o passarinho na água dá para ver parte da camiseta dele, que é de uma escola particular tradicional na cidade”, disse a moradora, que pediu para não ter o nome divulgado pela reportagem.

Essa moradora disse ter ficado revoltada com a cena de crueldade e decidiu denunciar o caso. “As pessoas começaram a comentar quem teria feito aquilo e comecei a juntar elementos para encaminhar ao Ministério Público. Consegui até mesmo áudios dele [adolescente] contando que ele tinha matado o passarinho”, contou. O material foi analisado pelo MP e foram identificados fortes indícios de autoria do crime.

Ela contou ainda que depois da repercussão do caso na cidade o adolescente que aparece no vídeo chegou a deixar o local e a casa onde mora havia sido pichada por manifestantes em protesto contra os maus tratos. Apesar de apenas dois garotos terem sido representados, pelo menos outros cinco teriam assistido o crime e, nesse momento, é possível pelo vídeo ouvir as risadas e gritos das pessoas que estavam ali.

Na próxima audiência que ainda será agendada devem ser ouvidas quatro testemunhas de acusação arroladas pelo promotor de Justiça, Milton Pereira, responsável pelo inquérito, além das testemunhas apresentadas pela defesa dos adolescentes.

A lei que trata de maus tratos diz que aquele que ferir, mutilar ou matar animais domésticos ou silvestres será penalizado. A pessoa é presa e ainda tem que pagar multa. Porém, esse caso é diferente, pois se trata de um menor de idade. As medidas socioeducativas que o menor está sujeito à internação, à liberdade assistida, à prestação de serviços comunitários e até medidas compatíveis com a conduta.

A Ong Universo Verde informou que a entidade recebeu vários telefonemas de pessoas informando o nome das pessoas envolvidas na morte do pássaro. “Nós vamos acompanhar de perto para que se faça realmente o cumprimento legal, porque na verdade não é o primeiro caso desse tipo que a Ong acompanha”, declarou Alzira Nogueira.

http://g1.globo.com/mato-grosso/noticia/2014/03/justica-recebe-denuncia-contra-suspeitos-de-matar-passaro-afogado.html

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Curió, que era preto, mas de tão velho está grisalho

Para fazer “moral” com a filha, o genro do aposentado Juarez Duarte, de 72 anos, deu ao sogro um presente inusitado, um curió. O bichinho já chegou preso, lamenta a família, que não conseguiu dar liberdade à ave porque isso comprometeria a sobrevivência. Desde então, além de um novo integrante, os Duarte ganharam um pássaro duro na queda. Já se passaram mais de 30 anos e ele continua vivo, cantando.

Eles tentam compensar a falta de liberdade com carinho. Kengo, como é chamado, já tinha nome e também registro no IBAMA. Em um dos pés do curió, uma anilha tem registrada a data de nascimento do pássaro: dia 30 de agosto de 1983.

Com a idade, ele ficou grisalho. As penas que eram totalmente pretas, agora também são brancas. O canto também já não é tão frequente. “Olha, ele cantou”, é o espanto da fisioterapeuta Tatiane Duarte, de 33 anos, que ainda se surpreende com a energia do amigo. Apenas 3 anos mais velha, ela conta que já chegaram a oferecer R$ 30 mil por Kengo. “Não tem preço, está na família desde que eu sou pequena”, justifica.

Há alguns anos a família e, principalmente, o pássaro, levaram um susto. Um gavião atacou a gaiola de Kengo, e segundo Juarez, o curió teve um infarto. Mesmo assim, com ajuda de um veterinário, ele continuou na ativa.

Quem cuida de Kengo é a dona de casa Cleide Duarte, de 66 anos, e apesar de todo amor que sente pela ave, diz que não quer criar outros pássaros. Garante que só continuou com o curió por ter sido um presente. “Não gosto de passarinho preso”, confessa. Segundo ela, a família nunca quis soltar o animal porque ele não saberia sobreviver na natureza, já que nasceu em cativeiro.

Longevidade – Segundo Juarez, a espécie costuma viver até os 17 anos, quase metade da idade atual de Kengo. Mas se bem cuidado, a vida pode seguir até os 30, no máximo. Por isso, a expectativa faz parte da rotina. Todas as manhãs a família segue o mesmo ritual: ir até a gaiola que fica no quintal torcendo para que Kengo esteja vivo.

Água filtrada e banho várias vezes ao dia, segundo o aposentado, são os motivos da longevidade do pássaro. “Mas o principal é muito carinho”, afirma.

Conhecido pelo canto, para afinar a “voz” do pássaro, o aposentado colocava músicas ao lado da gaiola para treinar o bicho e participar de competições. Ele não decepcionou e chegou a ganhar vários prêmios pela “afinação”.

Um detalhe interessante sobre Kengo é que ele continua virgem. Como nunca foi livre, também nunca aprendeu a se relacionar. “Ele apanhava das fêmeas”, revela Cleide, sobre as tentativas frustadas do pássaro.

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Fonte: http://www.campograndenews.com.br/

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Holandês é preso em aeroporto com 12 beija-flores dentro da calça

Turista holandês foi detido no aeroporto de Rochambeau, na Guiana Francesa, ao tentar voltar para casa com a calça recheada de passarinhos.

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E não era só um, não! Era mais de uma dúzia de pequenos beija-flores, enrolados um a um e acondicionados na parte interna das calças do cara.

Ele foi detido porque apresentou comportamento suspeito diante dos funcionários do aeroporto. Seu nome não foi revelado, mas suspeita-se que ele já tenha sido fichado por tentar contrabandear animais silvestres.

O acusado ficou retido no aeroporto e, sentadinho na sala da alfândega, não deu um pio para reclamar do que aconteceu.

http://revistagloborural.globo.com/Revista

 

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