Novos tempos, novas propostas de vida: mas o coleiro persiste!

O famoso canto tui tui de quem já andou em campos abertos ou capinzais do Brasil não se deixa enganar: lá está um coleiro, ou também conhecido como papa-capim.

Coleiro macho 2- foto Luis Florit

Mas para além deste seu habitat natural, o coleiro também foi uma espécie que fez e ainda faz muito sucesso entre os criadores de pássaros e entre a meninada em geral. Quase todos que já tiveram uma gaiola num cantinho da casa, já tiveram um coleiro. De fácil cuidado, alimentado basicamente por alpiste, este belo pássaro costumava ser símbolo dos meninos de antigamente, naquela fase em que eles paravam de atirar em pássaros para criá-los.

É claro que o mundo mudou, que já não se admira mais menino que caça passarinho e quase nem mesmo aqueles que os criam em gaiolas. Mas a verdade é que este símbolo de passagem da vida infantil para a adulta, do menino que caçava para o adulto que cuidava, marcou muitas gerações e tinha em si um papel tão educativo quanto hoje cumpre esse papel a consciência ambiental.

Novos tempos, novas propostas de vida. Mas o coleiro persiste. E porque não lembrar então de lindo texto daquele que foi o mais talentoso cronista deste país: Rubem Braga. Quem tiver um tempinho, leia o texto dele abaixo. É delicioso e marcante como os tuís nos capinzais.  (por Thiago Majolo)

CONVERSA DE COMPRA DE PASSARINHO

          Entro na venda para comprar uns anzóis e o velho está me atendendo quando chega um menino da roça, com um burro e dois balaios de lenha. Fica ali, parado, esperando. O velho parece que não o vê, mas afinal olha as achas com desprezo e pergunta: “Quanto?” O menino hesita, coçando o calcanhar de um pé com o dedo de outro. “Quarenta”. O homem da venda não responde, vira a cara. Aperta mais os olhos miúdos para separar os anzóis pequenos que eu pedi. Eu me interesso pelo coleiro do brejo que está cantando. O velho:

– Esse coleiro é especial. Eu tinha aqui um gaturamo que era uma beleza, mas morreu ontem; é um bicho que morre à toa.

Um pescador de bigodes brancos chega-se ao balcão, murmura alguma coisa: o velho lhe serve cachaça, recebe, dá troco, volta-se para mim: “- O senhor quer chumbo também?” Compro uma chumbada, alguns metros de linha. Subitamente ele se dirige ao menino da lenha:

– Quer vinte e cinco? Pode botar lá dentro.

O menino abaixa a cabeça, calado. Pergunto:

– Quanto é o coleiro?

– Ah, esse não tenho para venda, não…

Sei que o velho esta mentindo; ele seria incapaz de ter um coleiro se não fosse para venda; miserável como é, não iria gastar alpiste e farelo em troca de cantorias. Eu me desinteresso. Peço uma cachaça. Puxo o dinheiro para pagar minhas compras. O menino murmura: “- O senhor dá trinta…?” O velho cala-se, minha nota na mão.

– Quanto é que o senhor dá pelo coleiro?

Fico calado algum tempo. Ele insiste: “- O senhor diga…” Viro a cachaça, fico apreciando o coleiro.

– Se não quer vinte e cinco vá embora, menino.

Sem responder, o menino cede. Carrega as achas de lenha para os fundos, recebe o dinheiro, monta no burro, vai-se. Foi no mato cortar pau, rachou cem achas, carregou o burro, trotou léguas até chegar aqui, levou 25 cruzeiros. Tenho vontade de vingá-lo:

– Passarinho dá muito trabalho…

O velho atende outro freguês, lentamente.

– O senhor querendo dar quinhentos cruzeiros, é seu.

Por trás dele o pescador de bigodes brancos me fez sinal para não comprar. Finjo espanto: “- Quinhentos cruzeiros?”

– Ainda a semana passada eu rejeitei seiscentos por ele. Esse coleiro é muito especial.

Completamente escravo do homem, o coleirinho põe-se a cantar, mostrando sua especialidade. Faço uma pergunta sorna: “- Foi o senhor quem pegou ele?” O homem responde: “- Não tenho tempo para pegar passarinho.”

Sei disso. Foi um menino descalço, como aquele da lenha. Quanto terá recebido esse menino desconhecido, por aquele coleiro especial?

– No Rio eu compro um papa-capim mais barato…

– Mas isso não é papa-capim. Se o senhor conhece passarinho, o senhor está vendo que coleiro é esse.

– Mas quinhentos cruzeiros?

– Quanto é que o senhor oferece?

Acendo um cigarro. Peço mais uma cachacinha. Deixo que ele atenda um freguês que compra bananas. Fico mexendo com o pedaço de chumbo. Afinal digo com voz fria, seca: “- Dou duzentos pelo coleiro, cinquenta pela gaiola.”

O velho faz um ar de absoluto desprezo. Peço meu troco, ele me dá. Quando vê que vou saindo mesmo, tem um gesto de desprendimento: “Por trezentos cruzeiros o senhor leva tudo.”

Ponho minhas coisas no bolso. Pergunto onde é que fica a casa de Simeão pescador, um zarolho. Converso um pouco com o pescador de bigodes brancos, me despeço.

– O senhor não leva o coleiro?

Seria inútil explicar-lhe que um coleiro do brejo não tem preço. Que o coleiro do brejo é, ou devia ser, um pequeno animal sagrado e livre, como aquele menino da lenha, como aquele burrinho magro e triste do menino. Que daqui a uns anos quando ele, o velho, estiver rachando lenha no inferno, o burrinho, menino e o coleiro vão entrar no Céu – trotando, assobiando e cantando de pura alegria.

(RUBEM BRAGA. Quadrante. Rio, Editora do Autor, 1962)

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As andorinhas de Tapiraí

A Serra, hoje conhecida também como das Antas, abriga uma espécie de ave muito famosa no país: a andorinha. É claro que andorinha não é lá um pássaro difícil de ser visto. O seu peito branco e papo laranja, logo abaixo das penas negras, sobrevoam muitos céus do Brasil, até mesmo o de grandes cidades. Mas foi esse território, hoje erroneamente conhecido como “das antas” que as andorinhas, muitas delas, fizeram verão.

Para chegar lá é preciso pegar a estrada que liga a cidade paulista de Piedade ao Vale do Ribeira, que é um daqueles achados para quem gosta de entrar num carro e se aventurar sem precisar de uma 4×4.

Ao chegar perto da serra, próximo à Tapiraí, o motorista sente o ar fresco da Mata Atlântica invadindo as janelas. A estrada de duas pistas (a famosas “uma que vai, uma que vem”) é tortuosa, sem acostamento, sempre margeada e coberta por uma densa mata verde.

O nome Tapiraí, em tupi, quando bem traduzido, quer dizer “rio das andorinhas”. Tapira é o nome indígena para andorinha. Por um erro etimológico, o lugar ficou conhecido como “rio das antas” que, em tupi, seria Taipiri, e não Tapiraí.

Fato é que as andorinhas, que não falam nem tupi nem português, não se importaram com o fato, e ainda continuam a serem vistas aos montes na região. Quem quiser parar na Cachoeira da Fumaça, no restaurante Cabeça de Anta, ou até mesmo em um inusitado boteco de empanada chilenas chamado El Caminito, poderá encontrar esses simpáticos pássaros a colorir de preto, branco e laranja todo o trajeto.

Por Thiago Majolo

 

 

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Australiano alega ter encontrado pássaro extinto

John Young, um naturalista australiano que se descreve como detetive da vida selvagem, alega ter capturado imagens de um pássaro extinto, que não era visto há mais de um século. Na semana passada, o naturalista mostrou as gravações e  diversas imagens a um grupo de especialistas, que se animaram com o anúncio. A ave, da espécie Pezoporus occidentalis, nunca foi fotografada e os únicos indícios de sua existência foram dois pássaros encontrados em 1990 e 2006.

Especialistas da ornitologia se mostraram fervorosos com o registro de Young. O ecologista Steve Murphy afirmou à ABC News que a descoberta é uma certeza, já que o naturalista tem fotografias e vídeos, além de penas.

A espécie, considerada extinta, foi dizimada durante o século 19 por gatos e raposas invasores, fazendo com que a espécie despencasse e deixasse os registros científicos até 1990, quando um pássaro da espécie foi encontrado morto em Queensland, na Austrália. Muitos cientistas e naturalistas se aventuraram no país para tentar confirmar a existência da ave, que hoje é considerada um mistério do mundo.

Ilustração da especie

por Giovanna Santurbano
[vitrine]australia turismo[/vitrine]

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O site dos apaixonados por pássaros vai sortear um tucano… de papel!

O portal dos apaixonados por pássaros, www.passaros.com, vai sortear entre seus visitantes uma escultura de tucano feita pelo professor Marcelo Gonçalves (www.papietagem.feitoamao.com), como a foto abaixo:

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Concorrer é fácil e todos podem participar, veja abaixo os passos a seguir:

1. Clique em https://www.sorteiefb.com.br/tab/promocao/226853

2. Daí basta clicar em “quero participar” e curtir a nossa página (se ainda não curtiu).

O sorteio será no dia 07/12/2013 e estarão participando todos os visitantes que houverem seguido os passos acima até as 12.00h do mesmo dia.

O sorteado será contatado por mensagem no Facebook logo após o sorteio, ocasião em que será pedido que informe seu endereço para o envio do prêmio ganho.

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Incríveis rituais de sexo que você jamais viu

Aves-do-paraíso dentre outras maravilhas da Nova Guine essa e uma das mais fascinantes ou seja não é nenhum exagero dizer que realmente faz parde do paraíso.  As Aves do paraíso deixam qualquer amante de pássaros de queixo caído eles sao encontrados somente nessa região e fazem verdadeiros rituais de acasalamento incríveis.

Os biólogos Ed Scholes e  Tim Laman trabalham nesse projeto ha mais de dez anos e são vários  anos observando e fotografando cada comportamento dessas aves maravilhosas e raras. As 39 espécies da família das aves-do-paraíso foram fotografadas, algumas jamais tinham sido registradas. O principal objetivo é conscientizar sobre a importância da preservação e aprender os mistérios dessa especie tao rara que só existe na Nova Guine. 

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Na Nova Guiné, também os cangurus sobem em árvores e borboletas do tamanho de um palmo  voam por toda a mata e também rãs com o focinho comprido, e os rios são repletos de peixes arco íris.
 Ed Scholes e  Tim Laman

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Novidade no céu da Amazônia

Pesquisadores descrevem 15 novas espécies de aves amazônicas em livro especializado. Os achados revelam a importância de testes genéticos na descoberta de espécies e alertam para a necessidade de mudanças nas políticas de preservação.cyanocorax_hafferi-dante_buzzetti

Ainda que concentre cerca de 1.800 espécies de aves já descritas, a floresta amazônica é sempre fonte de novidades. Prova disso são as 15 novas aves descritas em volume especial do Handbook of the birds of the world (Manual de aves do mundo, em tradução livre), livro adotado como fonte de consulta por ornitólogos profissionais e amadores e que será lançado em meados deste mês.

A ideia de reunir as espécies em uma única publicação partiu dos ornitólogos Bret Whitney, do Museu de Ciência Natural da Universidade Estadual da Louisiana, nos Estados Unidos, e Mário Cohn-Haft, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), em Manaus. Para o zoólogo Alexandre Aleixo, do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG), em Belém, a iniciativa representa uma economia importante de tempo. “Publicar isso tudo em artigos separados demoraria muito. Bret entrou primeiramente em contato com os editores do livro e chamou outros colegas, entre eles eu e meus alunos, para reunirmos as descobertas”, conta.

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O volume contará com a descrição detalhada da morfologia externa das aves, informações sobre o canto de cada uma delas e mapas que apontam suas distribuições geográficas. Além do MPEG e do Inpa, a publicação traz pesquisas feitas nos museus de Zoologia da Universidade de São Paulo (MZ-USP) e de Ciência Natural da Universidade Estadual da Louisiana. Das 15 espécies, 11 são endêmicas do Brasil e quatro também são encontradas na Bolívia e no Peru.

Algumas espécies levaram mais de dez anos para serem descritas e, durante a coleta de dados, os pesquisadores enfrentaram situações inesperadas. Uma delas aconteceu na Floresta Nacional de Altamira, no sul do Pará, onde os cientistas encontraram um garimpo ilegal em funcionamento e precisaram de escolta do Exército para explorar a floresta em segurança. “A tensão de trabalhar num lugar desses é grande e não teríamos conseguido sem o Exército”, lembra Aleixo.

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Com ajuda da genética

Durante a busca por novas espécies de aves, os pesquisadores observaram características como canto e plumagem. No entanto, grande parte dos estudos que originaram as 15 novas descrições incluiu também a análise do genoma das aves. “Testes genéticos nos permitem diferenciar variedades ou subespécies de uma espécie realmente inédita”, diz o zoólogo.

Para fazer os testes genéticos, os pesquisadores coletaram penas, sangue ou pedaços de tecidos como músculo, fígado e coração. “Algumas vezes, foi necessário sacrificar exemplares, o que é permitido por lei em caso de pesquisas e inclusive mandatório para uma descrição científica de alta qualidade”, explica. Os tecidos coletados e os espécimes sacrificados foram depositados nas maiores coleções biológicas nacionais, pertencentes ao Inpa, MPEG e MZ-USP.

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Em seguida, partes específicas do DNA foram extraídas e sequenciadas em laboratórios dessas próprias instituições, sendo possível reconstruir a genealogia das espécies a partir de bancos de dados genéticos. Apesar de ser um recurso importante, Aleixo conta que nem todos os pesquisadores em zoologia recorrem ao estudo do genoma. “Muitos zoólogos não coletam material genético porque acham que isso é atribuição dos geneticistas, o que é uma visão míope da coisa.”

De todo modo, a análise genética vem sendo cada vez mais usada na busca por novas espécies, ampliando o conhecimento dos cientistas sobre a biodiversidade da Amazônia. “Se 15 novas espécies de aves são descritas em pleno século 21, o que diremos de grupos menos conhecidos como os invertebrados?”, diz o zoólogo. “Precisamos melhorar esse conhecimento, sob pena de não desenvolvermos boas políticas de conservação.”

Saber preservar

Além de expandir o conhecimento, a descoberta das aves alerta para a necessidade de novas estratégias de conservação. Segundo Aleixo, duas das espécies descritas são endêmicas de uma região conhecida como arco do desmatamento, entre o sul do Pará e o norte do Mato Grosso, e, recém-descobertas, podem já estar ameaçadas de extinção. “Análises prévias indicam que pelo menos uma delas deve entrar para a lista de espécies ameaçadas”, comenta.

O pesquisador alerta que todas as 15 espécies são endêmicas de setores ou microssetores da Amazônia. “A estratégia de conservação deve focar em processos e situações mais locais, em vez de ‘soluções únicas’ para todo o bioma”, diz. “Não adianta dividir a Amazônia em regiões de desenvolvimento e regiões de conservação e advogar que isso seja estratégia. As áreas de desenvolvimento abrigam espécies endêmicas e também precisam ser preservadas.”

Outro agravante está na presença de hidrelétricas nas áreas habitadas por todas as 15 novas espécies. Distribuídas pelas proximidades dos rios Madeira – onde ficam as hidrelétricas Santo Antônio e Jirau –, Tapajós – onde a São Luiz está sendo construída – e Xingu – onde fica Belo Monte, também em construção –, as aves precisarão de políticas de conservação que atuem diretamente nos arredores desses empreendimentos.

Aleixo acrescenta que a construção de hidrelétricas deverá vir acompanhada de programas eficazes que monitorem a presença dessas aves no local. “Não adianta fiscalizar setores remotos e ainda não impactados da Amazônia”, explica. “As novas espécies revelam que não se pode mais jogar a sujeira para debaixo do tapete, sob pena de perdemos espécies que ainda nem foram descritas.”

Mariana Rocha
Ciência Hoje/ RJ

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Pássaros dão show de colorido

São milhares de espécies de pássaros pelo mundo e algumas chamam bastante a atenção pelas suas cores deslumbrantes. Confira alguns exemplos das espécies mais coloridas:

1)      Pavão

Pavão

Foto: imagenswiki.com

O pavão talvez seja um dos pássaros mais conhecidos mundialmente. A exibição da enorme cauda do macho faz parte do ritual de acasalamento e a cauda colorida chega a ter dois metros de comprimento.  A exuberância de cores e beleza das penas fez com que esse pássaro fosse considerado ornamental e se tornasse símbolo de status para algumas pessoas. Alguns estudos dizem que quanto mais o macho se agitar diante de uma fêmea, mais chances ele tem de conquista-la.

2)      Arara vermelha

Arara Vermelha

Foto: osmais.com

As araras vermelhas são as mais comuns entre as araras de maior porte. Com caudas longas e cores exuberantes, podem ser encontradas em florestas do Panamá, Santa Catarina, Paraguai e Argentina. Por serem aves dóceis se tornam alvo fácil de caçadores que as vendem como animais de estimação.

 

3)      Tucano de bico arco-íris

Tucano de bico arco iris

Como o próprio nome já diz, esse pássaro chama atenção pelo seu belo bico colorido. Facilmente encontrado do sul do México até a Venezuela e Colômbia, o tucano arco-íris tem plumagem preta e pescoço amarelo. Os pés são azuis e as penas no fim da causa são vermelhas.

 

4)      Martim-pescador

martin pescador

Foto: Discovery Brasil

São diversas as espécies de martim-pescador, também conhecidos como guarda-rios e pica-peixes.  O grupo inclui 18 generos com cerca de 90 especies no mundo, exceto em regiões polares e Oceania. Habitam margens de rios, lagos, represas e geralmente são ariscos.

 

5)      Painted Bunting

Painted Bunting

 

Foto: birding.about.com

O Painted Bunting é típico da América do Norte e o macho é considerado o mais bonito por lá. A cabeça azul, o verde nas costas e o vermelho no peitoral tornam esse pássaro fácil de identificar. As fêmeas e os mais jovens possuem cores verde e amarela que servem como camuflagem.

 

6)      Lóris arco-íris

Loris Arco-Iris

Foto: Wikipedia

O lóris arco-íris é uma espécie que faz parte da mesma ordem dos papagaios, sendo encontrado na Austrália e na região sudeste asiática. Essa espécie é a melhor tradução de ave exótica, pois o seu conjunto de cores é extremamente forte e marcante. As aves são alegres e ativas, se movimenta intensamente em busca de alimentos na natureza, fruto de sua grande energia.

 

7)      Faisão dourado

Faisao Dourado

Foto: Globo Rural

O faisão vem das montanhas da China Central. A espécie possui um dimorfismo sexual, sendo a plumagem do macho maior e mais colorida que a da fêmea. Além de funcionar como afrodisíaco para as fêmeas, a coloração brilhante e chamativa do macho serve para atrair os predadores. Não são aves agressivas e vivem pacificamente entre eles.

 

8)      Scarlet Tanager

 Scarlet Tanager

Foto: animalspot.net

Scarlet Tanager é mais uma espécie da América do Norte. Vivem no leste e podem ser vistos em pequenos bandos durantes a migração, cantando nas áreas de reprodução. Possuem dimorfismo sexual, sendo os machos identificados pelo inconfundível vermelho brilhante e as asas e cauda preta.

 

9)      Pato-mandarim

pato mandarim

Foto: Flickriver.com

O pato-mandarim, marreco-mandarim ou apenas mandarim, é um pato próximo do pato-carolino. Essa bela espécie de pato colorido é referenciada pelos chineses e símbolo de carinho e fidelidade na arte oriental, pois se acasalam e se mantêm aos pares pelo resto da vida.

 

10)   Arara azul

Arara Azul

Foto: 4shared

Infelizmente esta é uma espécie que está na lista das ameaçadas. Super conhecida no Brasil, a arara azul é um belo pássaro encontrado no bioma da Floresta Amazônica, no Cerrado e Pantanal. Possui plumagem azul e pele amarela em torno dos olhos e da mandíbula. É a maior na família das araras, podendo crescer até uns 100 centímetros.

Por Giovanna Santurbano

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Exposição fotográfica com imagens de pássaros do Sul de Minas

passaros de minasO fotógrafo Sthenio Campanella Maia irá expor pela primeira vez em Pouso Alegre o seu trabalho “Passarinhada – Aves do Sul de Minas. A exposição, que acontece até o dia 19 de junho, é composta por 25 imagens de aves regionais como corujas, pássaro azul, beija-flor, topetudos e o Sabiá do Banhado, o preferido de Sthenio.

Apaixonado por pássaros desde a infância, o fotógrafo se dedica ao ofício desde a década de 1990 e destaca que as fotografia remetem a um chamamento ecológico aliado a diversidade e beleza dos pássaros da região.

Serviço
Passarinhada – Aves do Sul de Minas

Quando: de sexta-feira (7) a quarta-feira (19) de junho
Horário: de segunda à sexta-feira das 12h às 20h. Aos sábados das 9h às 15h
Onde: Galeria Artigas
Endereço: Avenida Doutor Lisboa, 201, centro, Pouso Alegre (MG)

 

Fonte: G1

Por Giovanna Santurbano

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